Anita  Catarina Malfatti nasceu em São Paulo no dia 2 de dezembro de 1889 e morreu em 6 de novembro de 1964, também em São Paulo. Foi pintora, desenhista, gravadora e professora. Importante e famosa, sua polêmica exposição em 1917 foi um marco para a renovação das artes plásticas no Brasil.

Anita era filha de Bety Malfatti (norte-americana de origem alemã) e do italiano Samuele Malfatti. Estudou pintura em escolas de arte na Alemanha e nos Estados Unidos (Independent School of Art, em Nova York). Em sua passagem pela Alemanha, em 1910, entrou em contato com o expressionismo, que a influenciou muito. Nos Estados Unidos, teve contato com o movimento modernista.

Em 1917, Anita realizou uma exposição artística muito polêmica, por ser inovadora, e ao mesmo tempo revolucionária. As obras de Anita, que retratavam principalmente os personagens marginalizados dos centros urbanos, causou desaprovação nos integrantes das classes sociais mais conservadoras.

Em 1922, junto com seu amigo Mario de Andrade, participou da Semana de Arte Moderna. Ela fazia parte do Grupo dos Cinco, integrado por Malfatti, Mario de Andrade, Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade e Menotti del Picchia.

Entre os anos de 1923 e 1928, morou em Paris. Retornou a São Paulo em 1928 e passou a lecionar desenho na Universidade Mackenzie até 1933. Em 1942, tornou-se presidente do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. Entre 1933 e 1953, lecionou desenho nas dependências da sua casa.

Principais obras: A boba, As margaridas de Mario, Natureza morta – objetos de Mario, A Estudante russa, O homem das sete cores, Nu cubista, O homem amarelo, A Chinesa, Arvoredo, Interior de Mônaco.

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