• Daisy Viola; Mulher-casca de vermelho, 2006; Móbile - pintura acrílica e colagem sobre corpo de papel e tecido, 150x80 cm
Calasans Neto, Sem título, 1979, Litogravura – 34 x 53 cm

José Júlio Calasans Neto (Salvador/BA, 1932 – idem, 2006)

Pintor, gravador, ilustrador, desenhista, entalhador e cenógrafo. Estuda pintura com Genaro de Carvalho. Na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, UFBA, tem aulas de gravura com Mario Cravo Júnior. Em Salvador funda, com outros artistas, a Jogralesca (teatralização de poemas), a revista Mapa e a Editora Macunaíma. Especializa-se em gravura em metal e madeira e empenha-se na relação da gravura com a cultura popular e o cordel. Entre 1956 e 1965, cria cenários para produções como Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e Eles Não Usam Black-Tie, de Gianfrancesco Guarnieri. Ilustra romances como Tereza Batista Cansada de Guerra Tieta do Agreste, de Jorge Amado. Nos anos 80 passa a dedicar-se também à pintura. 

Levino Fanzeres, Vaso de flores, Óleo s/ madeira – 33,5 x 22,5 cm

Levino de Araújo Vasconcelos Fanzeres (Cachoeiro de Itapemirim/ES, 1884 – Rio de Janeiro/RJ, 1956).

Pintor e professor. Muda-se para o Rio de Janeiro jovem, levado pelo pai, Salvador Fanzeres. Estuda no Liceu de Artes e Ofícios com Artur Machado e Evêncio Nunes (1870-s.d.). Em 1910, ingressa na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), onde torna-se discípulo de João Zeferino da Costa (1840-1915) e Baptista da Costa (1865-1926). No ano seguinte, participa pela primeira vez da Exposição Geral de Belas Artes e recebe uma menção honrosa. Em 1912, ganha o prêmio de viagem à Europa com a tela Remorso de Judas. Passa quatro anos em Paris, onde tem aulas com Fernand Cormon (1845-1924), Henri Chartier (1859-1924) e Gustave Debrié. Pinta paisagens dos arredores da cidade. Quando retorna, em 1916, faz uma exposição individual no Rio de Janeiro e funda a Colméia dos Pintores do Brasil, curso gratuito de pintura de paisagem ao ar livre, que funciona na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Ali orienta vários alunos, como Garcia Bento (1897-1929), Jurema Albernaz, Codro Palissy, Antônio Cotias, Miguel d’Ambra e Alfredo Rodrigues. Em 1921, recebe a grande medalha de prata na Exposição Geral de Belas Artes. Há quadros seus nas coleções das prefeituras de São Paulo, de Belém e de Belo Horizonte, assim como no palácio de governo do Espírito Santo. A Colméia continua funcionando após sua morte.

Sergio Telles, Cavalos, Acrílica s/ papel colado em duratex – 38 x 58 cm
Sergio Telles, Paisagem, Óleo s/ eucatex – 50 x 71 cm

Sergio Barcellos Telles (Rio de Janeiro RJ 1936)

Desenhista, pintor e ilustrador. Em meados de 1954 estuda na Colméia, no Rio de Janeiro. Realiza sua primeira exposição individual em 1955, no Rio de Janeiro. Em 1957, viaja pela Europa e visita os principais museus da Itália, França, Holanda e Portugal. Nessa mesma época, faz estágio nos serviços de restauração da Pinacoteca do Vaticano. De volta ao Brasil, freqüenta os ateliês de Rodolfo Chambelland, Oswaldo Teixeira e de Marie Nivoulies de Pierrefort, no Rio de Janeiro. Em 1964, ingressa na carreira diplomática. Na década de 70, viaja para Porto Seguro, Bahia, por sugestão do escritor Jorge Amado, e realiza desenhos e óleos, publicados em livro, com a colaboração de Jorge Amado e Jeanine Warnwood. É autor de Nivouliès de Pierrefort, editado em Buenos Aires pelo Museu de Arte Moderna, 1974; e ilustrador de Rio de Janeiro, lançado no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, em 1978.

Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural.

Regina Silveira, Sem título, 1963, Técnica Mista – 46 cm x 33 cm

Regina Silveira [Porto Alegre/RS, 1939]

É artista multimídia, gravadora, pintora e professora. Sua produção perpassa diversas linguagens e temáticas, como representação imagética, reinvenção da representação, questões de poder, sociais e políticas. Como docente, também tem um importante papel na formação de artistas contemporâneos. Inicia sua trajetória acadêmica no curso de pintura, no Instituto de Artes da UFRGS e forma-se em 1959. No início dos anos 1960, tem aulas de gravura com Francisco Stockinger no Ateliê Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e aulas de pintura com Iberê Camargo. O contato com Iberê influencia muito na poética da artista.

No fim da década de 1960 e começo de 1970, produz esculturas e serigrafias ainda com forte influência geométrico-construtiva. Nesse período, inicia trabalhos com malhas geométricas, perspectivas e a apropriação de imagens fotográficas torna-se mais recorrente. Realiza fotomontagens impressas em offset, utiliza várias mídias em seus trabalhos, como heliografia, microfilme, xerox, painel eletrônico, videoarte, videotexto e mail-art. Em 1967, estuda na Faculdade de Filosofia e Letras de Madri; em 1969, ministra cursos na Faculdade de Artes e Ciências da Universidade de Porto Rico; em 1973, volta ao Brasil e coordena o setor de gravura da Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), até 1985; em 1974, leciona na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP); e, na mesma instituição, defende dissertação de mestrado em 1980 e obtém o título de doutora em 1984.

Na década de 1980, participa de diversas exposições, coletivas e individuais, e é artista convidada da Bienal de São Paulo. No fim dos anos 1980, inclui discussões políticas em suas obras, como a abordagem do papel social da mulher e reflexões sobre o poder. Nos anos 1990, começa a intervir no espaço com a aplicação de silhuetas sombreadas, em tinta ou látex, sobre paredes ou pisos. Recebe o Prêmio Cultural Sergio Motta em 2000. Em 2013, é condecorada pelo Museu de Arte de São Paulo (Masp) com o Prêmio Masp de Artes Visuais na categoria Conjunto da Obra.

Fonte: Itaú Cultural.


Antônio Maluf, Sem título, 1951, Acrílica s/ cartão colado em compensado – 25 cm x 25 cm

Antônio Maluf [São Paulo/SP, 1926 – São Paulo/SP, 2005]

Antônio Maluf é considerando um importante artista pintor, desenhista e artista gráfico. Iniciou seus estudos em engenharia civil e posteriormente, na década de 1940, iniciou sua formação na Escola Livre de Artes Plásticas, em São Paulo. Além da formação oficial, o artista também realizou cursos de pintura com Waldemar da Costa e Flexor, e estudou gravura no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP, com Poty e Darel. Na sequência, em 1951, participou do primeiro curso de desenho industrial da América Latina, no Instituto de Arte Contemporânea – IAC do MASP, onde foi aluno de Sambonet e outros.

Nessa época, entrou em contato com a arte construtiva na 1ª Bienal Internacional de São Paulo. A tendência construtiva tornou-se característica da sua produção artística como artista, designer gráfico e programador visual. Maluf venceu o concurso para o cartaz da 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, e este é considerado um marco do design gráfico no país. O artista utilizou vários suportes e realizou pinturas murais e elementos modulares, atuando em colaboração com arquitetos. Com seus trabalhos, colaborou para a transformação da identidade visual da cidade de São Paulo, integrando a arte às atividades relacionadas ao cotidiano da população.

Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural.

Cesáreo Diaz, 1919, 37 cm x 28 cm

Cesáreo Diaz (Buenos Aires/ARG, 1894 – 1994)

Nasceu em uma das famílias ilustres de origem espanhola na Argentina. Era descendente direto do Coronel Cèsar Díaz que participou ativamente da guerra de independência argentina, em cuja homenagem leva seu nome uma das mais belas avenidas de Buenos Aires. Pintor, desenhista e ilustrador autodidata, passou grande parte da sua vida nos mais importantes salões europeus ligados à arte, e é na Europa que aprendeu a pintar com os grandes mestres da época e que continuou os seus estudos por 17 anos. Percorreu espaços artísticos em Portugal, Espanha, França, Itália e Suíça. Principalmente na França, Díaz desenvolveu sua arte com grande maestria. Ele visitou o Brasil e o Norte da África.

Foi ilustrador de jornais e revistas importantes. Cesáreo Díaz, foi um pintor impressionista realista e figura entre os mestres do plástico argentino. Com o seu trabalho participou no Salão Nacional a partir de 1915, no Salão Nacional de Arte Decorativa em 1921 e 1922, e em outras importantes exposições coletivas, e em 1921 obteve a Medalha de Prata no Salão Nacional. Em 1922, Medalha de Ouro no Salão Nacional. Em 1927, Primeiro Prêmio e Medalha de Ouro na Exposição da Comissão de Artes Aplicadas. Ele produziu aquarelas daquela maneira fresca, espontânea e clássica que o distingue entre os nossos aquarelistas como um representante das tradições primitivas deste gênero de pintura. Há em suas obras, algo bem-educado, delicadeza e bom gosto.   

Fonte: Arte de la Argentina.

Maurício Nogueira Lima, Abstrato geométrico, Acrílica s/ tela, 45 cm x 36 cm

Maurício Nogueira Lima (Recife/PE, 1930 – Campinas/SP, 1999).

Pintor, arquiteto, desenhista, artista gráfico e professor. Transitou entre a pintura e a comunicação visual, construindo trabalhos a partir da abstração geométrica, da experimentação das cores, e das imagens que percorrem os meios de comunicação de massa.

Maurício Nogueira Lima foi o mais jovem integrante do Grupo Ruptura, que reuniu, em São Paulo, artistas abstratos geométricos no início da década de 1950. Ao lado de Waldemar Cordeiro, Geraldo de Barros e Luis Sacilotto, Nogueira Lima desenvolveu uma sólida carreira como artista concreto, tendo exposto pinturas geométricas na III, IV e VI Bienal de São Paulo. Com essa produção, foi convidado pelo artista suíço Max Bill a tomar parte na célebre mostra Konkrete Kunst (Arte Concreta), realizada em Zurique, em 1960. 

Paralelamente à produção plástica, Nogueira Lima criou cartazes, logotipos e projetos arquitetônicos de importantes empresas e eventos, como a FENIT (Feira Internacional da Indústria Têxtil) e a UD (Feira de Utilidades Domésticas). Foi vencedor dos concursos de cartazes do I e do VI Salão Paulista de Arte Moderna (respectivamente em 1951 e 1957) e, na década de 1980, MNL projetou painéis para as estações Santana e São Bento – ambas do metrô paulistano.

Fonte: Instituto Maurício Nogueira Lima.

Hô Monteiro (1965, Porto Alegre)

Artista Plástico de Porto Alegre-RS/Brasil, formado pelo Instituto de Artes da UFRGS, desenvolve desde os anos 80 uma pintura com evidentes referências pós-modernistas, usando da citação e apropriação de imagens da história da arte. Hô Monteiro participou e foi convidado para diversas mostras individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Atualmente vive e trabalha em Porto Alegre, onde mantém seu atelier

Iniciamos o calendário de exposições de 2020 com uma seleção de obras do Acervo da Galeria Duque destacando  o processo de criação do artista. A vivência do artista está diretamente ligada ao seu processo criativo, onde se estabelece o diálogo entre os materiais estéticos e as experiências pessoais, que resulta na ressonância do mundo, sua história e o objeto a ser construído, independente da linguagem a ser utilizada como forma de expressão.

Curadoria Daysi Viola

 

 

A exposição Mulheres no Plural acontece na Galeria Duque Espaço Cultural com 47 artistas mulheres e reivindica o direito das mulheres de serem reconhecidas e legitimadas e ainda ter a possibilidade de inserção no mercado de arte. Pintura, escultura, objetos tridimensionais,  cerâmica, desenho, gravura e fotografia apresentam a atualidade da produção feminina nas artes do RS.

Paulo Gagarin, Ost, 30 x 50cm

 

Pintor. Paulo Gagarin (1885: São Petesburgo, Rússia – 1980: Rio de Janeiro, RJ). Artista autodidata encantou-se com a exuberância da flora tropical e as cores do litoral brasileiro, que representou num estilo próximo dos pós-impressionistas. Em 1900 estudou na universidade de sua cidade natal. Serviu no exército russo, na Europa e na Ásia, entre 1911 e 1914. Nos anos de 1914 a 1918 combateu nas fileiras russas durante a Primeira Guerra Mundial. Emigrou para a França, em 1919, após o triunfo da revolução socialista de 1917, que implicou a derrocada do czarismo. Chegou ao Brasil em 1921, como copeiro do navio Pelotas, acompanhando o destino da maioria dos refugiados políticos russos da sua condição.

ELIANE SANTOS ROCHA

Nascida em Sant’Ana do Livramento/RS em 1943 Iniciou sua trajetória em 1967 frequentando o Atelier de Miriam Pchara, em Canoas/RS, até 1973. De 1974 a 1983 e em 1990 e 1991 frequentou o Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Freqüentou o curso “Transformação da Linguagem, Característica e Privilégio da Gravura em Metal”, no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre/RS, com a Professora Nilza Haertel; Desde 1990 trabalha em atelier próprio com gravura em metal, onde também ministra aulas de gravura. Em 1993 desenvolve pesquisa para a produção de tinta talho doce para gravura em metal, produzindo todas as tonalidades que são empregadas em seu trabalho.Em novembro de 1988 participa de Oficina de Litografia no Centrum voor grafiek Frans Masereel em Kasterlee/Bélgica;

Premiações:

Durante sua trajetória recebeu mais de 10 premiações destacando-se: Pequena Medalha de Bronze no 9° Salão de Artes Plásticas de Franca, São Paulo, em 1985.  Grande Prêmio no V Salão Latino Americano de Artes Plásticas no Museu de Artes de Santa Maria/RS em 1994. Em 1993 e 1994 foi agraciada com o Troféu Destaque em Gravura da Associação Francisco Lisboa. Em 2007, como integrante do grupo A Flecha, foi agraciada com 1º Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Projeto Alternativo de Produção Plástica. Em 2010 foi indicada para o IV Prêmio Açoriano de Artes Plásticas como destaque em gravura pela exposição Código Pessoal realizada no Museu de Artes do Rio Grande do Sul – MARGS. HONORARY MEDAL no 16º International Triennial of SMALL GRAPHIC FORMS, POLAND – LÒDZ 2017.

Mais de quarenta participações em salões nacionais e internacionais, destacando-se: XXXVIII Salão de Artes Plásticas de Pernambuco em 1984; Bienal de Gravura – Gravure de lune – Lille – França em 2006, 14th International Triennial of Small Graphic Forms, Poland – Lódz; em 2011 e Second International Print Biennale Yerevan 2019 – Armenia.

Exposições individuais: mais de 20, destacando-se: Exposição no Espaço Cultural da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, Rio de Janeiro/RJ, em 2006. Exposição intitulada Código Pessoal, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul- MARGS – Porto Alegre/RS, em 2005.  Exposição no Banco do Brasil em Bruxelas/Bélgica, em 1998. Na Bolsa de Arte de Porto Alegre/RS em 1992 e na Galeria Cambona, também em Porto Alegre em 1987 e no Museu de Arte de Santa Catarina em 1985.

Exposições coletivas: mais de cem, destacando-se: “Galeria Arte em Papel” da Aliança Francesa de Brasília, juntamente com o artista carioca Alex Gama em 2007: Gomboc Gallery, Middle Swan, Western Australia em 2004; Frans Masereelcentrun /Bélgica, Exposição comemorativa ao jubileu do Centro Gráfico em 2004; Exposição “Reations” – Galeria Exit Art – Nova York em 2001; Graphic Work and Sculptures – Galeria Domplein – Utretch – Holanda – Coletiva de arte latino-americana em 1996; e Edel Trade Center: Arte Contemporânea Destaque no Rio Grande do Sul – Porto Alegre, RS em 1992.

O mês de novembro é sempre importante para nós, da Galeria Duque, é mês de aniversário.

Há 7 anos iniciamos o nosso trabalho neste espaço que surgiu a partir do desejo de compartilhar com o público da cidade e seus visitantes a convivência com as obras de artistas importantes que fazem parte do seu acervo.

Obras de arte trazem em si elaborações simbólicas e experiências sensíveis, valores de beleza, transcendência e complexidade capazes de abrir um canal de comunicação entre pessoas formando assim uma identidade fruto da sensibilidade do indivíduo e do coletivo resultando no que entendemos como cultura, espaço de construção de pensamento.

Quando pensamos este espaço, decidimos que, muito além de uma Galeria para mostrar o seu acervo, que em função da sua qualidade, por si só já justificaria a sua existência, abriríamos espaço também para exposições de artistas convidados. Assim fazemos com exposições individuais e coletivas.

No balanço deste 2019, além da programação na Galeria, estabelecemos ainda, parcerias com instituições culturais e outros espaços de exposição como as mostras de decoração e arquitetura, em Porto Alegre e outras cidades do interior do estado, por onde recortes do nosso acervo foram mostrados. Encerramos o ano de trabalho com a certeza de estar cumprindo com êxito a nossa função como espaço difusor de cultura.

Para encerrar nossa programação anual, mostraremos obras dos artistas que fizeram parte deste ‘passeio’ pelos espaços culturais do Rio Grande do Sul, e como exposição convidada, ‘Mulheres no Plural’, com a curadoria da Ana Zavadil e a participação de 47 artistas.

É tempo de agradecimentos felizes, a todos que estiveram conosco nesta jornada: artistas, agentes parceiros e suas instituições, e ao público que frequentou nossas exposições, aqui na Galeria, ou nos outros espaços por onde nosso acervo circulou.

 

DaisyViola

Artista plástica

Instrutora de arte no Atelier Livre Xico Stockinger PMPA

Curadora da Galeria Espaço Cultural Duque

 

 

 

 

Patrícia Langlois é artista plástica com formação pelo Instituto de Artes da UFRGS. Iniciou sua carreira literária em 2009 como ilustradora e em seguida descobriu novas possibilidades na escrita, criando histórias para a infância com imagens e palavras. Com sua arte ilustrou textos de Paulo Bocca, Leila Pereira, Léia Cassol, Cláudia de Villar, Dirce Camargo Longo, Álvaro Braga , Marion Cruz , Viviane De Gil, Elis Simon, Dilan Camargo entre outros. Entre suas obras como escritora destacamos os livros “ Tudo que Couber no Coração” Editora Cuore, que foi finalista do Prêmio AGES Livro do Ano 2014, “ Toc! Toc! -Quem é?” Editora Cuore e “O Misterioso Caso do Parque da Redenção” Coleção Livros Único Kombina.  Seu trabalho mais recente foram as ilustrações do livro “A Cidade dos Ventos” de Dilan Camargo Ed. Vivilendo lançado em abril de 2018.

Patrícia Langlois é membro da Academia Literária Feminina ocupante da cadeira 20, da Associação Gaúcha de Escritores, membro do Colegiado Setorial do Livro, Leitura e Literatura. Foi Patrona de Feiras de livros de diversas escolas. É Servidora e atualmente dirige instituição Pública Cultural na área do Livro, Leitura e Literatura

Sergio Barcellos, Oktober, o.s.t. , 65cm x 65 cm, 2019

Gaúcho de Porto Alegre – RS / Brasil, Bacharel em Design, Sérgio Barcellos demonstrou interesse na arte já aos doze anos de idade, quando iniciou os estudos de técnicas de pintura a óleo, pintando telas figurativas e paisagens
(Curso de Pintura a óleo em Brasília-DF). Na faculdade estudou várias técnicas de desenho, fotografia, escultura, materiais e colorimetria.
Após anos de experiência profissional como designer, artista gráfico e signmaker, Sérgio Barcellos faz uma retomada artística vertiginosa onde o seu olhar é a pintura espontânea, abstrata, não–racional.
A compilação de anos de pesquisa e estudo artístico resulta numa explosão de cores e tonalidades rudes ou suaves, devido ao uso de pigmentos produzidos pelo próprio artista, criando um resultado artístico original e singular.
A técnica abrange a utilização de metais em pó como: ferro, cobre e bronze ou pastas metálicas produzidas pelo artista. A paleta de tintas acrílicas é obtida através da misturas de cores primárias, intimamente conectadas com o estado de espírito e identidade do artista, que também produz pigmentos naturais a base de chás, cafés e outros corantes.

Depois do sucesso da primeira exposição individual  “ Oxidação Incontrolada” na Galeria de Artes Edelweiss em Porto Alegre , cinco obras do artista foram selecionadas para participar na Bela Bienal de Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro,  em março de 2019 .
Ainda em março de 2019 foi convidado para realizar uma “live painting” na Delphus Galeria em Porto Alegre, onde realizou também sua segunda exposição individual.

Em 2019, as obras do artista participam de um circuito internacional de exposições coletivas curadas pela galeria AVA de Helsinque, Finlândia, que iniciou em maio em Osaka,  Japão, no Enokojima Art Center, passou por Nova Iorque na sede da ONU, Corinthian Manhattan e no Art Space 4W43,  em outubro  seguiu por Paris , no ArtShopping – Le Carrousel du Louvre, em novembro em Berlim  finalizando o circuito  em dezembro na Ava Galleria em Helsinque.

Exposição Individual do artista em julho/2019 na AMATRA4 (Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da IV Região) em Porto Alegre-RS.

 

 

‘Desenhos com Luz’ apresenta obras de 25 profissionais: Alexandre Eckert, Andréa de Barros, Aníbal Elias Carneiro, Clara Koury, Douglas Fischer, Fábio Petry, Fernanda Carvalho Garcia, Fernando Castro, Flávio Wild, Gutemberg Ostemberg, Helena Stainer, Iara Tonidandel, Ivana Werner, Jussara Moreira, Laércio de Menezes, Leandro Facchini, Leonardo Kerkhoven, Manoel Petry, Marcelo Filimberti, Marcelo Leal, Paulo Mello, Rogério Soares, Sílvia Dornelles, Wanderlei Oliveira e William K. Clavijo.

Em ‘Desenho com Luz’, a arte da fotografia celebra suas diversas possibilidades, num amplo diálogo, pulsante e harmônico. Nesta mostra, a partir de criteriosa seleção de obras, o arquiteto, artista visual e curador Fábio André Rheinheimer propõe “aproximar produções distintas e, deste modo, direcionar novas construções poéticas”, explica. “As obras selecionadas têm por função orientar, tal qual guias que, por entre veredas, sinalizam outros percursos possíveis e, assim, encaminham o espectador às narrativas até então inacessíveis”.

Nesta mostrabusquei relacionar outras possibilidades da fotografia, a seleção das obras foi essencialmente inclusiva, porém o ponto de partida é sempre o universo poético dos profissionais convidados, explica Rheinheimer. “Quando solicitado, sugiro aos artistas que, muito embora superar a si mesmo exija coragem e persistência, é fundamental que o profissional almeje atuar fora da “zona de conforto”, sob pena de inviabilizar outras possibilidades do fazer artístico, que exigem tal disposição. Portanto, neste exercício inerente ao ofício, correr riscos se faz imprescindível”.

Em Desenhos com Luz’ o espectador é convidado a interagir com as narrativas desta construção plural, constituída por registros que se mantêm cristalizados a despeito da atividade contínua e implacável do tempo transcorrido. Eis o ofício do fotógrafo: o exercício do olhar a organizar inventários de ideias, de pessoas, de vivências, novas possibilidades de apreender sob a ótica da poesia, sem jamais se pretender absoluto”, resume Rheinheimer.

Vernissage Sérgio Barcellos – Alquimia – 14/09/2019

“Cor, ou não?”+ Eliane Santos Rocha + Gustavo Giacoboni + Olindo Pozzobon

 

A abertura da exposição “Cor, ou não?” reuniu um grande grupo de amigos e artistas no dia 23 de agosto de 2019. Além de um novo recorte no acervo da Galeria Duque, que apresentou obras  importantes recentemente adquiridas, como a natureza morta de Alberto da Veiga Guignard, e as esculturas de Salvador Dalí e Fernando Botero, a abertura contou também com as individuais de dois artistas que produzem e vivem em Porto Alegre. Eliane Santos Rocha, a premiada gravurista gaúcha trouxe a delicadeza de suas mini gravuras em metal, técnica que domina com absoluto domínio técnico e formal. Gustavo Giacoboni,  jovem e promissor talento que vem se destacando com suas pinturas abstratas e elipses em grande formato trouxe trabalhos especialmente criados para essa exposição. E a homenagem póstuma dos familiares ao centenário de Olindo Pozzobon, pintor autodidata que deixou gravado em suas telas o casario e as pontes de Treviso e Veneza, memórias da região do Vêneto, origens de um imigrante italiano que fixou residência e criou família no RS.

A Poética do Espaço

Eliane Santos Rocha

A consagrada gravurista gaúcha apresenta suas minigravuras em metal. A fluidez das formas e a leveza da composição compõem delicadas gravuras cheias de luz e sombra.

Nesta exposição optamos por mostrar o que temos de melhor e mais importante: obras do acervo da galeria, que é composto por artistas que construíram a historia da arte no Brasil no séc. XX e contemporâneos, o que nos permite recortá-lo a partir de diversos pontos de vista. Neste caso, resolvi ‘brincar’ com a possibilidade de expressão com a cor ou a falta dela.

A magia, a luz e a energia que a cor contém são capazes de nos transportar para dentro da imagem representada, seja ela figurativa, como no caso das paisagens, ou abstratas, onde a explosão do gesto provoca a dança do olhar pela superfície colorida.

Quando retiramos a cor de cena, abrimos caminho para as linhas que, em muitas possibilidades de espessuras e trajetórias de um ponto a outro compõem um universo quase infinito de formas, assuntos, texturas e conteúdos, que nos permitem usufruir das linguagens fundamentais do fazer artístico: o desenho, que por muito tempo foi a base de tudo (ou quase tudo) e da gravura, que abriu caminho para a multiplicação de uma mesma imagem, o que multiplica também a capacidade de circulação da obra facilitando o alcance e a comunicação com o espectador.

Nossa artista convidada desta vez é Eliane Santos Rocha, que explora ao máximo a potencialidade da gravura, com dedicação e pesquisa, numa longa trajetória, tendo seu trabalho reconhecido nas instancias legitimadoras, participando de exposições em diversos lugares do mundo, para onde leva a sua arte.

Assim, aqui, nossa intenção é mostrar que o que de fato importa é o conteúdo das obras e a capacidade de cada artista expressar seu universo através de seu trabalho, independente da linguagem escolhida.

Daisy Viola

 

Elipses Abstratos

Gustavo Giacoboni

Trabalho forte entre elipses e cenas abstratas de cores e linhas, hora distorcidas, hora transpassando umas o espaço de outras.

As cores colocadas através de gestos e ritmos que vão dos suaves aos vigorosos. Causam um bom impacto ao espectador de calma e suavidade. Gustavo é um artista que ainda nos apresentará belas surpresas.

Lembranças

Mário Olindo Pozzobon

‘Lembranças’ expõem pinturas de paisagens de um italiano que veio ao Brasil após a guerra. É uma exposição cheia de afeto, é a memória de lugares de origem do artista, traz com ela uma luz de saudade e homenagem.

Victor Hugo Irazabal, Amazona al Borde,
100 x 70

Victor Hugo Irazabal(Venezuela-1945)

Estudou na Escola Cristóbal Rojas de Caracas, antes de frequentar o Ateliê Livre de Arte, onde participa pela primeira vez de uma exposição coletiva, em 1964. Pintor, desenhista, gravador e caricaturista, faz sua primeira individual em 1978 e, dois anos depois, obtém o Prêmio Instituto Nacional de Hipódromos no II Salão Nacional de Desenho Atual da Venezuela.

Autumn Leaves Always, Gravura,

Robert Goodnough (Nova York, 1917 – Idem, 2010)foi um pintor expressionista abstrato americano. Veterano da Segunda Guerra Mundial, Goodnough foi um dos últimos da geração original da Escola de Nova York, embora tenha começado a expor seu trabalho em galerias na cidade de Nova York no início dos anos 1950.

Estudou arte na Amédée Ozenfant School of Fine Arts e, no ano seguinte, com Hans Hofmann. Filia-se , em 1948, ao The Club, grupo que se dedica a arte abstrata, do qual fazem parte, dentre outros, Gottlieb, Barnett Newman, De Kooning, Ad Reihhardt e Mark Rothko. Em 1952, realiza sua primeira exposição individual em Nova York e, nos anos subseqüentes, obtém importantes premiações. Em 1970, participa da Bienal de Veneza, Itália. Seus trabalhos fazem parte de quase todas as coleções públicas e privadas dos Estados Unidos.

Nelson Ramos
Alerta
Serigrafia
98 x 70 cm

Em 1951 ingressa na Escola nacional de belas Artes de Montevideo, Uruguay, e, em 1959, com bolsa de estudo do governo brasileiro, aprende técnicas de gravura com Iberê Camargo e Friedlander no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Posteriormenteem São Paulo, dedica-se ao desenho têxtil e ilustração para jornais locais.De 1962 a 1963 permanece um ano na Europa como bolsista. Artista premiado destacando-se o Prêmio de Desenho da exposição Arte Atual da América e Espanha, e o Prêmio MID America Arts Alliance, dos EUA. Vive e trabalha no Uruguay.

Niguel Von dangel
Sem/título
Serigrafia
98 x 70 cm

Nascido em Bayreuth na Alemanha, Miguel Von Dangel chegaa Venezuela com três anos de idade. Depois de abandonar o bacharelado pela Taxidermia,decide estudar Escultura na Escola de Artes Plásticas Critóbal Rojas, de Caracas, estendendo o seu interesse à pintura e à gravura. Em 1965 começa a expor individualmente, embora somente quatro anos depois tenha o reconhecimento da crítica e do público com a exposição de objetos intitulada “Sacrifixiones”. Em 1983, participa da Bienal Internacional de São Paulo com uma obra de grandes dimensões, “El Cuarto Barco”, uma síntese de suas intenções, idéias e práticas.

Laura Anderson, 98 x 70 cm, Gravura Los Frutos pasaran la Promesa de las Flores,

Laura Anderson é uma artista mexicana nascida em 1958.

Estudou pintura e desenho em contato com diversos ateliês de sua cidade natal e, posteriormente, gravura e escultura no Rio de janeiro, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Suas primeiras exposições individuais e coletivas datam de 1986. No mesmo ano recebe o Prêmio de Aquisição-Desenho do salão Nacional de Artes Plásticas do México, feito que se rete em 1989. Além de expor com frequência no seu país, vem mostrando o seu trabalho em Nova York, Miami e los Angeles. Na I Bienal J.C. Orozco, de Guadalajara, México, 1991, é distinguida com menção Honrosa. Vive e trabalha na Cidade do México.

Flávio Shiró O Canto da Terra Serigrafia, 60 x 87 cm

 

Flávio Shiró nasceu em 1928, em Sapporo, na ilha setentrional de Hokkaido, no Japão. O pintor, desenhista, gravador e cenógrafo possui um estilo chamado de realismo lírico não figurativo, onde pode-se notar a presença da natureza brasileira , através da vegetação, fauna e o objeto humano. Flávio Shiró é considerado o primeiro representante significativo da jovem pintura brasileira. Foi no Brasil que iniciou sua carreira com obras figurativas de caráter expressionista, nos anos de 1940. Sua primeira pintura surge em 1942 e já aos 15 anos de idade Shiró começa a trabalhar pintando cerâmica e depois na Metro Goldywn Mayer, com cartazes para cinema.

Frequentando o Grupo Santa Helena, conhece Alfredo Volpi e Francisco Rebolo, em 1943. Ainda nos anos 40 muda-se para o Rio de Janeiro, onde começa a trabalhar em uma molduraria. Na década seguinte o artista dedicou-se a abstração e em 1960 começou a usar em suas obras os conceitos de figuração e abstração, sempre com o uso de cores escuras e equilibrando texturas com manchas cromáticas. Em 1960 ganha uma bolsa de estudos em Paris e viaja para o país, onde permanece até 1983. Lá fora estudou técnicas de mosaico com Gino Severini, de gravura e litografia na Ecole Nationale des Beaux Arts. Quando volta para morar no Brasil novamente, começa a viver em Salvador (Bahia), e já tendo realizado várias exposições individuais e coletivas em Paris, na Europa e no Brasil.

A condição humana é o enfoque de sua pintura, entre a figura e a abstração expressionista.

 

Fernando de Szyslo El canto de la tierra Serigrafia, 98 x 70 cm, 1992

 

Fernando de Szyslo Valdelomar (05 de julho de 1925 – 9 de outubro 2017) foi um pintor peruano, escultor , gravador e professor e figura chave no avanço da arte na América Latina desde meados da década de 1950, e um dos principais artistas plásticos em Peru.

Em 1943, Szyszlo ingressou na escola de arquitetura da Universidade Nacional de Engenharia , mas abandonou os planos de seguir essa profissão e se matriculou na Escola de Artes Plásticas da Pontifícia Universidade Católica do Peru . Após sua graduação em 1948, viajou para a Europa onde estudou as obras dos mestres, particularmente Rembrandt, Ticiano e Tintoretto , e absorveu as influências variadas do cubismo , surrealismo , informalismo e abstração. Szyszlo viveu em Paris e Florença de 1948 a 1955, e depois retornou ao Peru. Em Paris, ele conheceu Octavio Paz e André Breton e fez parte do grupo de artistas e escritores latino-americanos expatriados que se reuniam regularmente no Café de Flore , discutindo vigorosamente como poderiam participar do movimento moderno internacional, preservando sua cultura latina e identidade cultural americana.

Seu trabalho é representado em coleções públicas e privadas em todo o mundo, incluindo o Museu de Arte Moderna de Nova York; Museu Solomon R. Guggenheim , Nova Iorque; Galeria Anita Shapolsky , Nova Iorque; Museu de Belas Artes de Houston ; Museu de Arte das Américas , Washington, DC ; Museu de Arte de Lima (Peru); Museu de Arte Moderna , São Paulo , Brasil ; Museu Nacional de Arte , La Paz, Bolívia ; Museu de Arte Contemporânea de Arequipa (Peru); e o Museu de Arte Latino-Americana ,Long Beach, Califórnia , entre outros.

David Manzur, Requiem Para Un Paisaje Amazónico, Litografia, 98 x 70 cm

David Manzur Londoño é um pintor colombiano nascido em 1929. Seus temas incluem naturezas-mortas, cavaleiros montados e santos.

Passou sua infância e adolescência em Bata, na Guiné Equatorial , nas Ilhas Canárias e em Sevilha , vivendo a Guerra Civil Espanhola e a Segunda Guerra Mundial na África e na Europa. 

Após retornar à Colômbia em 1947, se estabeleceu em Bogotá, onde começou a estudar arte, música e atuação. Estudou arte na Escola de Belas Artes de Bogotá e na Art Students League e Pratt Institute , em Nova York, e por  duas vezes consecutivas recebeu Bolsas Guggenheim  e uma bolsa de estudos da Organização dos Estados Americanos . Nos Estados Unidos, foi assistente de Naum Gabo , o escultor construtivista russo e pioneiro do cinetismo . 

Realizou sua primeira exposição individual no Museu Nacional da Colômbia, em 1953, quando tinha 24 anos, apresentando obras figurativas. Durante as décadas de 1960 e 1970, o Construtivismo foi uma parte importante de seu trabalho, e ele produziu principalmente trabalhos abstratos e experimentou materiais como madeira, linha e arame. Participou das bienais do méxico,Veneza, São paulo, Córdoba(Argentina) e Medellín(Colômbia).Pintor premiado, vive em Bogotá.

Daniel Senise, Fogo Fátuo, Litografia, 98 x 70 cm, 1992

 

Daniel Senise nasceu em 1955 no Rio de Janeiro. Em 1980, se formou em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, tendo ingressado na Escola de Artes Visuais do Parque Lage no ano seguinte, onde participou de cursos livres até 1983. Foi aluno e professor na Escola de Artes Visuais do Parque Lage durante o período de 1986 a 1994. Sua carreira obteve destaque em 1985 ao expor na Grande Tela da 18° Bienal de São Paulo. Daniel Senise percorreu o mundo com algumas exposições individuais, como no Museum of Contemporary Art of Chicago em 1991 e no Museo de Arte Contemporáneo de Monterrey em 1994.

No início de sua carreira, sua produção era focada em temas e volumes vazios de imagens indefinidas que eram retiradas de objetos do cotidiano. Ao final da década de 1980 suas telas passam a adquirir cores intensas e variadas, enfocando paisagens imaginárias e descontínuas.Daniel Senise é conhecido como um artista que ativa o imaginário do espectador. Ele se preocupa com o modo de percepção e construção de imagens, pensa na imagem de forma fragmentada como instrumento de significação, identificação, recuperação e conhecimento do mundo complexo pós-moderno.O artista participou de inúmeras mostras coletivas, entre elas a Bienal de São Paulo, a Bienal de La Habana, em Cuba, a Bienal de Veneza, a Bienal de Liverpool, a Bienal de Cuenca, a Trienal de Nova Delhi, no MASP e no MAM de São Paulo, no Musee d’Art Moderne de la Ville de Paris, no MOMA, em New York, no Centre Georges Pompidou, em Paris, no Museu Ludwig, em Colônia, Alemanha.

Vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Cundo Bermúdez, S/título, Litografia, 98 x 70 cm, 1992

 

Cundo Bermúdez foi um pintor cubano. Secundino (Cundo) Bermúdez Delgado em Havana,  nasceu em Cuba, em 1914,  morreu na Flórida, E.U.A., em 30 de outubro de 2008.Em 1926, Bermudez foi admitido no “Instituto de Havana” e em 1930 se matriculou na renomada Escola Nacional de Belas Artes “San Alejandro”, onde estudou pintura por dois anos. Em 1934,  ingressou na Universidade de Havana para estudar direito e ciências sociais, formou-se em 1941. Mais tarde,  viajou para o México e estudou na Academia de San Carlos . Expõe individualmente pela primeira vez em 1942. Em 1949 fundou a Associação de Pintores e Escultores de Cuba (APEC) . Em 1956 obtém o 1º Prêmio da Exposição Internacional do Caribe e, em 1973, conquista outra premiação na mostra “Tributio à Picasso”, em Washington, E.U.A.Participa ainda da Bienal de Veneza na Itália, e da de São Paulo, Brasil.

FERNANDO DA LUZ

Pintura s/tela da série”Neurosia”

Porto Alegre, 1961.Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdades Integradas do Instituto Ritter dos Reis(1991) e mestrado em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul(1999). Atualmente é professor adjunto  da Universidade do Vale do Rio dos Sinos.Estudou pintura do Atelier Livre de Porto Alegre, SMC-PMPA, ano 2000. Participa de exposições desde 1996.

Em 2019 apresenta NEUROSIA e OUTROS PASSATEMPOS. pinturas e esculturas na GALERIA ESPAÇO CULTURAL DUQUE.

No sábado, 1º de junho, a Galeria Duque reuniu um grande número de amigos e artistas em torno da obra de Danúbio Gonçalves, um dos grandes nomes da gravura e pintura do RS e um dos mais importantes professores de arte do sul  recentemente falecido.

A mostra reuniu desenhos, gravuras e pinturas produzidas ao longo de mais de 70 anos de trabalho dedicado às artes. Danúbio Gonçalves foi um dos fundadores dos Clubes de Gravura, em Bagé e Porto Alegre, revelando em sofisticadas gravuras a dureza da lida do homem do campo, de mineiros, xarqueadores e zorreiros. A exposição traz também  obras de Glenio Bianchetti, Carlos Scliar e Glauco Rodrigues, contemporâneos do Clube de Bagé e que agora já fazem parte da história da arte no RS.

A exposicão permanece aberta para visitação até o dia

27 de julho próximo.

Galeria Espaço Cultural Duque CONVIDA:

Curso de Introdução à História da Arte Ocidental, em parceria com a Krapok – Escola de Arte. Ministrado por Mônica Sofia.
O grupo da tarde terá aulas na Galeria Duque, nas segundas feiras das 14:30 às 17h, de 10/06 até 17/07.
Inscrições pelo WhatsApp: 981206707

Foi artista plástica e professora do Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre entre o período de 1981 a 2005. Vera deixou um legado expressivo para a arte gaúcha. Ao longo de sua carreira, realizou mostras individuais nos maiores espaços expositivos do Estado e também em São Paulo e Madri, na Espanha. Em 2008, venceu o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Destaque em Pintura. Dois anos depois, foi artista homenageada do Museu Pedro de Osma, da cidade de Lima, no Peru. A artista também foi fundadora e professora do Atelier Galeria Estaggio, desde 1983.

FONTE: https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/artes/noticia/2017/09/morre-a-artista-vera-wildner-cj7ytxiip008801lheml2mfbz.html

Vera Wildner, Paisagem, óleo sobre tela, 18cm x 23cm

Canhotorium – Arte Aplicada

Infernal, Técnica mista sobre tela, 100cm x 170cm

 

A Canhotorium é um estúdio de criação artística, formado por artistas visuais e voltado ao atendimento de demandas do mercado de comunicação visual, design gráfico e publicidade. Reunindo suas experiências e formações anteriores na indústria criativa (arquitetura, publicidade, ilustração e design gráfico), fundam a Canhotorium Arte Aplicada em Porto Alegre. Desde então atuam em conjunto com agências, editoras, empresas e clientes particulares, sempre buscando trazer um olhar criativo e artístico na solução das demandas de nossos parceiros e colaboradores. Desenho, pintura, adesivos decorativos, escultura e fotografia estão entre os suportes e técnicas empregadas nos trabalhos.

Artistas que participaram da produção da obra: Gabriel Ferreira, Dreyfus Soler, Itapa Rodrigues, Leonardo Garbin, Ricardo Fonseca, Zé Lopes.

Tomás Santa Rosa, Fruteira, óleo s/ placa, 40cm x 33cm

 

 

 

 

 

 

 

Tomás Santa Rosa (João Pessoa PB 1909 – Nova Délhi, Índia 1956). Santa Rosa, como é conhecido, foi um artista visual inquieto.  Um dos mais importantes cenógrafos de sua época, dedicou-se a várias tarefas no campo das artes plásticas: executou pinturas e gravuras, criou capas, ilustrações e projetos gráficos para livros, revistas e jornais, elaborou cenários e figurinos para o teatro, projetou decoração para festejos de carnaval.

Integrante fundador das companhias Os ComediantesTeatro Experimental do Negro (TEN), Tomás Santa Rosa é o primeiro cenógrafo moderno brasileiro. Faz a cenografia de Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, 1943, espetáculo que marca o surgimento do teatro brasileiro moderno na década de 1940.Constitui o primeiro núcleo de Os Comediantes, juntamente com a atriz Luiza Barreto Leite e o diretor Jorge de Castro, em 1938. Já realiza a cenografia para o primeiro trabalho do grupo, em 1940, em A Verdade de Cada Um, de Luigi Pirandello, com direção de Adacto Filho. Quando a companhia se organiza administrativamente, em 1941, Santa Rosa é o diretor artístico e lidera o pensamento em torno da criação de um estudo sistematizado paralelo ao trabalho de novas montagens. Posteriormente, assume a vice-presidência da companhia.

A partir de 1952, Santa Rosa fica responsável pela coordenação e orientação das montagens do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Sem chegar a adotar a licenciatura como um ramo profissional, dirige o Conservatório Nacional de Teatro e ministra um curso de cenografia no SNT. É um dos fundadores de Sua RevistaA Manhã (jornal) e Rio Magazine. Assina a coluna de crítica de arte do Diário de Notícias. Colabora para a Dom Casmurro – periódico especializado em teatro.

 

FONTE: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa5506/santa-rosa

Nasceu em São Roque, SP em 12/03/1926 e faleceu na mesma cidade em 03/12/1987.

Darcy Penteado foi um artista plástico, desenhista, gravador, cenógrafo, figurinista, literato, autor teatral e pioneiro militante dos movimentos LGBT brasileiro.

Distinguindo-se sempre pelos elegantes desenhos a bico de pena, trabalhou primeiro em publicidade e como figurinista, ilustrando revistas de moda, passando logo a trabalhar em teatro, como figurinista e cenógrafo, tendo participado, na década de 1950, do TBC. Participou de inúmeras exposições, ilustrou livros e foi uma figura presente na cena cultural da cidade de São Paulo entre a década de 1950 e década de 1980, quando faleceu vitimado pela AIDS. Participou ativamente, durante os anos de repressão da ditadura militar, do jornal O Lampião, ativo na defesa dos direitos dos homossexuais. Atualmente, suas obras podem ser vistas no museu mantido pelo Centro Cultural Brasital, no município de São Roque, em São Paulo.

Dedicou-se durante os anos 50 à trabalhos na área de indumentária e cenografia, trabalhando com diretores representativos do período. Após os 10 anos, muda-se para São Paulo, para concluir seus estudos. Distingue-se pelos desenhos que realiza, levando-o a trabalhar em agências de publicidade, de desenho industrial e como figurinista de magazines. Faz retratos e, tornando-se conhecido, destaca-se no meio profissional.

Afastado do teatro durante algum tempo, Darcy retorna, em 1977, como o figurinista deVolpone, de Ben Johnson, direção de Antônio Abujamra. Envolve-se, na seqüência, com produções obscuras até lançar-se como autor em A Engrenagem, de 1978, direção de Odavlas Petti, assumindo abertamente a condição homossexual, assunto que será também explorado em sua primeira novela – A Meta -, editada no ano seguinte, período em que está francamente envolvido na luta contra a discriminação.

fonte: https://www.guiadasartes.com.br/darcy-penteado/biografia

No dia 29 de abril, ocorreu na Galeria Duque a primeira aula do Curso de História da Arte Ocidental, ministrada por Mônica Sofia e em parceria com a Krapok – Escola de Arte. O curso continuará todas as segundas-feiras as 14h.

“Danúbio, Arte e Amigos artistas”, curadoria de Daisy Viola

Homenagem ao artista, mestre gravurista e pintor falecido em abril deste ano. Reunindo obras do acervo e da família esta exposição apresenta ainda obras de artistas que conviveram com o mestre no Atelier Livre Xico Stockinger, no Centro Municipal de Cultura onde Danúbio Gonçalves foi professor durante 15 anos, formando gerações de artistas. Artistas convidados: Miriam Tolpolar, Wilson Cavalcanti, Paulinho Chimendes, Marta Loguercio, Mabel Fontana, Ondina Pozzoco e Glaé Macalós.

Danúbio Gonçalves é um dos nomes mais importantes da história das artes visuais no estado. Estudou pintura com Portinari e Iberê Camargo. Ao lado de  Glauco Rodrigues, Glênio Bianchetti e Carlos Scliar formou na década de 1950 o Clube de Gravura, o chamado grupo de Bagé, núcleo fundamental para a afirmação e divulgação das artes gráficas no RS e no país.

Neurosia e outros passatempos – Fernando da Luz
Trata-se de uma mostra de diferentes fases de Fernando da Luz, desde 2005 até 2019.
As pinturas e desenhos são autorretratos já presentes em fases anteriores e que, nas obras atuais, constituem uma releitura inspiradora do título do filme “Neurosia: 50 anos de perversidade” (Neurosia: 50 Jahre Pervers), de 1995, que narra as memórias sentimentais do diretor alemão Rosa Von Praunheim. Os bonecos, que procuram retratar a paisagem do tempo, são fruto da série kronos in process, de 2016, e da série Extinção de 2018. Os novos bonecos desta mostra representam o transformismo ou o crossdressing, termo que se refere ao ato de alguém se vestir com roupas ou usar objetos associados ao sexo oposto por qualquer uma de muitas razões.
Neurosia é uma exposição sobre as cabeças, vestidos, costuras, intimidades, perversões, vícios e outros passatempos.

Galeria Duque convida para as exposições: “O melhor do acervo” com obras da galeria e curadoria de Daisy Viola, “Desaguadas” exposição coletiva, com curadoria de Daisy Viola e “Neurosia e outros passatempos” do artista plástico Fernando da Luz

 

 

Galeria Espaço Cultural Duque CONVIDA:
Exposição “O MELHOR DO ACERVO” curadoria de Daisy Viola. Obras muito importantes aguardam a sua visita. O Vernissage e coquetel da exposição é nesta quinta-feira dia 31 de Janeiro as 17:30h. Prestigie!

 

Fernndo Pascual Odriozola (Oviedo, Espanha 1921 – São Paulo/SP 1986). Pintor, desenhista, gravador. Começou a pintar em 1936 e mudou-se para São Paulo em 1953.

Em 1954, realizou sua primeira exposição individual, na Galeria Portinari. No ano seguinte, o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) dedicou-lhe outra exposição individual.

Em 1986, ano em que faleceu, o Centro Cultural São Paulo (CCSP) realizou uma retrospetiva póstuma em sua homenagem.

BIANCA SANTINI

 

Bianca Santini é artista plástica, nascida em Porto Alegre/RS. Iniciou nas artes aos seis anos de idade no Centro de Desenvolvimento da Expresão – CDE e, em 1985, ingressou no atelier de pintura a óleo da artista Malu Soeiro.

A artista realizou diversos cursos e trabalhos sempre ao lado de artistas renomados como: Malu Soeiro, Maria Aparecida Peixoto, Paulo Porcela, Iara Burle, Dayse Viola, Ana Petini, Elizethe Borghetti, Clara Pechansky, Julio Ghiorzi, entre outros.

Entre vários eventos ao longo de sua carreira, a artista participou da X Mostra Nacional e II Mostra Mercosul de Pintura Artística (2001), também foi convidada a compor a seleção de artistas da exposição “Futebol Arte” realizada no Moinhos Shopping com apoio do Instituto Dunga de Desenvolvimento do Cidadão e Centro Cultural Aplub (2002), realizou exposição individual de trabalhos em acrílico sobre tela em grandes tamanhos (2002), foi convidada a representar o Rio Grande do Sul no calendário Acrilex Tintas Especiais S.A (2003), realizou exposição individual a convite do Governo do Estado do Rio Grande do Sul – CAFF (2009), exposição individual de pinturas intitulada “Formas e Cores” na Galeria Clébio Sória da Câmara Municipal de Porto Alegre (2009), e iniciou estudos em Litografia no Museu do Trabalho com o artista Paulinho Chimendes (2012). Bianca Santini produz diariamente trabalhos em desenho, aquarela e pintura acrílica em seu amplo atelier em Porto Alegre.

Yugo Mabe (Lins, São Paulo, 1955). Pintor. Forma-se em comunicação pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAM) em 1977, mas nunca exerce a profissão de publicitário. Filho do pintor Manabu Mabe (1924-1997), cuja família migra para o Brasil em 1935, para trabalhar nas lavouras de café do interior de São Paulo, fixando-se em Lins. Mantém contato com as artes desde muito cedo, frequentando exposições e convivendo com o trabalho de seu pai e de seus amigos Aldemir Martins (1922-2006)Arcangelo Ianelli (1922-2009)Tomie Ohtake (1913-2015) e Tikashi Fukushima (1920-2001), entre outros. Começa a participar de mostras coletivas no início da década de 1970 e é premiado nos Salões Bunkyo, em 1972 e 1975, e Paulista de Belas Artes, em 1975 e 1982.

Maria Santos e Suzana Campozani

Lucca Curtolo

ANETE SCHRODER

 

Nasceu em Porto Alegre/RS (1968). Na década de 1990 começou a estudar fotografia e desde1998 participa de mostras individuais e coletivas de fotografia.

Estudou desenho com Zoravia Bettiol e pintura com Vera Wildner. Fez diversos cursos no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre e, a partir de 2017, retornou ao Atelier sob orientação da artista Daisy Viola, desenvolvendo desenho, pintura e colagem.

Em 2018 fez sua primeira mostra individual de desenhos.

Lília Manfroi

LÍLIA SENTINGER MANFROI, 1944, POA, RS, BRASIL
2018- EXPOSIÇÃO DE GRAVURAS EM METAL SOU EU NO ESPAÇO CULTURAL DUQUE, 14 DE JULHO A SETEMBRO, PORTOALEGRE,RS; MINIARTE INTERNACIONAL ILUSÃO PORTO ALEGRE, GRAMADO RS.
2017 – SELECIONADA PARA SALÕES GALERIA PERVE LISBOA, PORTUGAL; SALÃO ARTE+ARTE CHICO LISBOA; 2017, 2014, 2011 SELECIONADA SALÕES E VERBETE NOS CATÁLOGOS INTERNATIONAL TRIENNIAL OF GRAPHIC FORM, POLÔNIA, TÓDZ 16, 15,14 MIEDZYNARODOWE TRIENNALE MATE FORMY GRAFIKI; DICIONÁRIO DE ARTES PLÁSTICAS NO RIO GRANDE DO SUL; CATÁLOGOS CHICO LISBOA 2010 / 1998. 2005 * Vestígios – Massa fria- cimento celular. Gravura Galeria, Porto Alegre, RS.1999 * Travessia do Tempo – Mármore, Pedra, Terracota- Agência S. João da Caixa Econômica Federal, POA, RS 1996 *Esculturas – Pedra, Bronze, Terracota – Espaço de Arte HCPA – Porto Alegre, RS.1995 *Esculturas – Espaço de Arte da Agência Porto dos Casais – CEF, Porto Alegre, RS.
*Cirandas – Galeria Monet – Espaço de Arte – Novo Hamburgo, RS.
*Cirandas – Agência S. João – CEF – Porto Alegre, RS.*Cirandas – Agência Garibaldi – Garibaldi, RS. 2009- Exposição virtualwww.ngarteprodutoracultural.com.br/Artista em Foco 2007- Calçada de Mosaico do Instituto Butantan, SP; Técnica mista/Miniart/MALG/Pelotas/RS; Gravuras/Aflecha Ilustrações do Minilivro Quinta de S. Romualdo de Simões Lopes Neto/ MALG/ Pelotas/RS; Esculturas- Gravura Galeria – Atlântida/RS; Gravuras em lona 50 anos Sertão Veredas Guimarães Rosa/Livraria Cultura;Esculturas Gravura Galeria/POA/RS
COLETIVAS 2018 Pátio das Esculturas ALFRGS. Porto Alegre; 2018 3° Bienal Internacional de Miniprint 2018- Laguna Paiva- Argentina; 2017 Galeria Perve, Lisboa, Portugal;2017 16th International Triennial of smal Graphic Form, Poland, Tódz; 2017 Gravuras Associação Chico Lisboa, POA; 2016 Feira da Gravura Associação Chico Lisboa; 2015 Lá Fora, esculturas Chico Lisboa, Brasil; Projeto Volante Brasil / CANADÁ,Quebec; ; finalista no Concurso El Rinoceronte de Cristal Madri, Espanha www.elrinocerontedecristal.blogspot.comMadri
PREMIAÇÕES-2007 1º Açorianos/POA Artes Plásticas/projeto alternativo Grupo Aflecha, Gravura/Metal; Prêmio Gaúcho de Excelência Gráfica Livros Culturais Aflecha/ ANS Fotolitos com o livro Quinta de São Romualdo, Simões Lopes Neto; Outras Premiações 2011 Comenda Lobo da Costa Sociedade Parthenon Literário POA/RS; 2002 – Prêmio Júri Popular Escultura – VIII Salão Internacional Artes Plásticas Proyecto Cultural Sur, Bento Gonçalves/RS; 2000 3º Lugar em Escultura – 7o Salão Canoense de Desenho, Escultura e Pintura da Fundação Cultural de Canoas, RS. Com a obra Escavações em pedra sabão, 1999; 2o Lugar em Escultura – 4a Semana Cultural AMRIGS, com obra Renascer em cimento; 1997 Menção Honrosa V Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães Passo Fundo RS; 1995 1º Lugar em Escultura – IV Salão Canoense da Fundação Cultural de RS; Menção Honrosa contos – V Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães da VII Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo RS; CATÁLOGO PROGRAMA 70 ANOS | GRÁFICA DA UFRGS 2018
www.nos-eu-outros.blogspot.com.br
https://www.ateliermanfroi.com.br/

LITERATURA
2018 – ARCA DE VIAGENS ED. TERRITÓRIOMDAS ARTES POA,RS
2017 ARCA MALDITA EDITORA TERRITÓRIO DAS ARTES,2016- ARCA EFÊMERA,2015- ARCA DOS SENTIDOS EDITORA TERRITÓRIO DAS ARTES; 2007 EXPRESSO DAS LETRAS POESIA ED. RC; 2005 AUTORA ROMANCE CARINGI AGORA ESTOU ALI EM BRONZE ED.AGE ; 1997 MENÇÃO HONROSA V CONCURSO NACIONAL DE CONTOS JOSUÉ GUIMARÃES PASSO FUNDO RS. 1994; CONTOS DO SOLAR IEL/ALVES EDITORES;1992 CONTOS DE OFICINA 9, EDIPUCRS; CRONISTA JORNAL BOLETIM INFORMATIVO BOMBINHAS DESDE JULHO 2012.
CATÁLOGO PROGRAMA 70 ANOS | GRÁFICA DA UFRGS
FORMAÇÃO – Pedagogia UFRGS,1966 – PREMIAÇOES: 2007 1º AÇORIANOS/POA ARTES PLÁSTICAS/PROJETO ALTERNATIVO INTEGRANTE GRUPO AFLECHA, GRAVURA/METAL; PRÊMIO GAÚCHO DE EXCELÊNCIA GRÁFICA LIVROS CULTURAIS AFLECHA/ANS; 2011 COMENDA LOBO DA COSTA SOCIEDADE PARTHENON LITERÁRIO POA/RS; 2002 – PRÊMIO JÚRI POPULAR ESCULTURA – VIII SALÃO INTERNACIONAL ARTES PLÁSTICAS PROYECTO CULTURAL SUR, BENTO GONÇALVES/RS; 2000 3º LUGAR ESCULTURA – 7º SALÃO CANOENSE DE DESENHO, ESCULTURA E PINTURA DA FUNDAÇÃO CULTURAL DE CANOAS, RS. COM A OBRA ESCAVAÇÕES EM PEDRA SABÃO; 1999; 2º LUGAR EM ESCULTURA – 4ª SEMANA CULTURAL AMRIGS, COM OBRA RENASCER EM CIMENTO; 1997 MENÇÃO HONROSA V CONCURSO NACIONAL DE CONTOS JOSUÉ GUIMARÃES PASSO FUNDO RS; 1995 1º LUGAR EM ESCULTURA – IV SALÃO CANOENSE DA FUNDAÇÃO CULTURAL DE CANOAS, RS. – CURSOS: ATELIER LIVRE, 1991/92; GRAVURA EM METAL, RODRIGO PECCI, 2006; INSTALAÇÃO, ANA ALBANI DE CARVALHO, 2008; GRAVURA EM METAL, ELIANE SANTOS ROCHA, 2007/17; ARTE CONTEMPORÂNEA, PAULO GOMES, 2006; ESCULTURA MÁRMORE, MARIO CLADERA, 1997; INICIAÇÃO À ARTE, TÓQUIO,JAPÃO,1978. EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS – 2017, ESPELHO MEU, GRAVURAS, NGARTE, RIO,RJ;2014, NGARTE RIO,RJ; 2005, VESTÍGIOS, ESCULTURAS,GRAVURA GALERIA,POA; 1999, MÁRMORE/ARENITO, CEF, POA; 1995, CEF/POA; GALERIA MONET, NH,RS; CEF/ GARIBALDI; GNU/POA. – COLETIVAS: 2017, 2014,2011, INTERNATIONAL TRIENNIALOF SMALL GRAPHIC FORM, TÓDZ, POLAND;GALERIAS PERVE, LISBOA, PORTUGAL; 2016 FEIRA DE GRAVURA CHICO LISBOA/GALERIA DUQUE; 2015 5º SALÃO FUNDARTE/SESC DE ARTE 10X10;25TH INTERCÂMBIO INTERNACIONAL DE MINIART; FASHION;2014 LÁ FORA, CHICO LISBOA, BR; 2013, MAPA DAS INFLUÊNCIAS,SP; 2013, MOSAICO, MAQUINÉ,RS; NGARTE, RIO, RJ; 2012, FLOREAN MUZEUM, ROMENIA; AJURIS/POA; FINALISTA RINOCERONTE DE CRISTAL, MADRI, ESPANHA;15TH INTERNATIONAL MINIARTEEXCHANGE, BELFAST 2011, ALPHARRABIO, SP,SP.
AUTORA DO ROMANCE CARINGI -AGORA ESTOU ALI EM BRONZE, 2005 ED AGE BR.ARCA DOS SENTIDOS, ED. TERRITÓRIO DAS ARTES 2015ARCA EFÊMERA, ED. TERRITÓRIO DAS ARTES, 2016 ARCA (MAL) DITA ED T DAS ARTES, 2017LÍLIA É CRONISTA DO JORNAL BOLETIM INFORMATIVO DE BOMBINHAS, SANTA CATARINA, BRASIL.

Kenneth Kemble nasceu em Buenos Aires em 10 de julho, 1923.

Ele passou a infância em Martinez, que vai viver na casa toda a sua vida.

Ele estudou pintura em 1950, com seu primeiro professor, Raúl Russo. Em 1951 frequenta a Academia de André Lothe, corre museus em Paris e na França, Itália, Espanha, Inglaterra, Bélgica e Holanda.

A mid 50 retorna à Argentina, com sua primeira esposa, Terry Hanrahan. A sua estadia é breve, uma vez que viajar para os EUA em 1955 e permanece lá por três meses durante o ano nasceu a filha Katherine.

Em 1956, divorciados e novamente em Buenos Aires, ele conhece Silvia Torras, um jovem estudante de arte, juntos fundaram uma relação pessoal e profunda artística.

A partir de 1956, ele começou a desenvolver uma série de colagens e pinturas a óleo – feitos com trapos, prateleiras, caixas, cobertores, que representam uma parte central da renovação da linguagem artística na Argentina. Entre 1958 e 1960 produziu sua série de “paisagens suburbanas” assemblages feito de madeira, cascas, folhas de metal desenhada por favelas Kemble de Cordoba. Em 1958, expôs pela primeira vez na Galeria Pizarro, New Art em exposição. Em 1961, leva adiante a exposição Destructive Art na Galeria Lirolay, experiência que abre o caminho para o conceptualismo na Argentina, e as experiências feitas no Instituto Di Tella e CAYC- Centro de Arte e Experimentación- durante o 60 e 70.

Em 1963, o Museu de Buenos Aires de Arte Moderna dedica sua primeira exposição retrospectiva no mesmo ano exposição individual no Museu de Arte Moderna de Miami.

Durante esse ano, ele se separa de Silvia Torras e meet Julie Capp, com quem se casou em terceiro casamento. Com ele irá se mover para Boston, EUA, onde viveu até 1965.

Entre 1960 e 1972, foi crítico de arte para o Buenos Aires Herald, é diretor do Museu de Luján entre 1968-1972 e em 1962 foi incorporada como um professor na Escola de Belas Artes Ernesto Cárcova, uma tarefa previamente reportado em sua oficina e continuará ao longo de sua vida. Durante 1968 Berta sabe Handel, sua quarta esposa e mãe de Juliet, sua segunda filha, nascida em 1971.

Em 1972, ele ganhou o primeiro prémio de pintura no Salão Nacional de Belas Artes Manuel Belgrano. O 70 será frutífero para a produção artística e crítica: publicado em vários escritos de mídia “A pintura não está se movendo, não barulhento e não é um meio de comunicação, felizmente” -1971 -, “Autocolonización Cultural I e II “e” Em Defesa da Academia “-1976-.

Durante o 80 exposição individual em galerias Alberto Elia -1980-, Benzacar -1985, 87, 89- e Centro de Arte e Comunicação-CAYC, 1988. Recebeu, em 1983, o prêmio de melhor ensino, concedido pela Associação Argentina de Críticos de Arte e Melhor Artista do Ano em 1985, concedido pela mesma instituição.

Em 1987, o crítico Rafael Squirm publicou o livro “Kenneth Kemble, ensaio crítico e biográfico”.

A 90 vê -1990- Borrachas exposição no Gallery, do Instituto Ibero-Americano de Cooperação -ICI de 1994, Nexus Gallery -1998-. Em 1994, venceu o Grande Prêmio de Honra Belas Artes Hall. Entre 1995 e 1998 ocorrem duas grandes exposições retrospectivas, o primeiro na Exposição Nacional eo último no Centro Cultural Recoleta, intitulado A Grande Ruptura. Works (1956-1963), com curadoria de Marcelo Pacheco.

Kemble morreu em 30 de abril de 1998. Ele deixa para trás inúmeras obras, poemas e escritos. Seu descanso cinzas em La Falda, Córdoba, seu refúgio, onde fez o que ele mais amava: comer, pintura, leitura e, acima de tudo, ouvir música.

Toulouse Lautrec (1864-1901) foi um pintor pós-impressionista e desenhista francês, famoso por suas litografias e pôsteres dos salões de dança e cabarés do final do século XIX em Paris.

Henri Marie Raymond de Toulouse- Lautrec Monfa, conhecido como Toulouse Lautrec, nasceu em Albi, próximo a Toulouse, no sudoeste da França, no dia 24 de novembro de 1864. Filho do Conde e da Condessa de Toulouse- Lautrec Monfa, primos em primeiro grau, herdara uma doença congênita nos ossos. Viveu grande parte de sua infância no Château du Bosc, a casa do avô. Seu pai e um tio eram bons desenhistas e incentivavam o pequeno Henri. Com 14 anos, após duas fraturas sucessivas nas pernas, comprometeram o desenvolvimento dos membros inferiores. Enquanto se recuperava, fez várias pinturas.

No início de 1882, Lautrec mudou-se para paris, acompanhado de sua mãe. Ingressou no estúdio de Léon Bonnat, defensor das normas acadêmicas e contra os impressionistas, não gostava dos desenhos de Lautrec. Em 1983, tomou como mestre Fernand Cormon, cujo estúdio ficava em Montmartre, que se tornou o paraíso dos artistas. Em 1885, Lautrec já se dedicava inteiramente à pintura.

As Noites no Moulin Rouge

Em 1886, com uma mesada dos pais, Lautrec monta um estúdio e passa a frequentar a vida noturna do bairro. Os cabarés e os bordéis viraram seu segundo lar, um ambiente que seus pais nunca aceitaram em ver o filho. Para uma dessas casas, a Bruant’s Militon, Lautrec fez vários cartazes. Em 1889 foi inaugurado mais um cabaré, o luxuoso, Moulin Rouge, onde o pintor passou a frequentar e passava horas, munido de um bloco, anotando tudo que observava ao ser redor, entre um gole de absinto e outro de gim.

Tolouse-Lautrec

Em 1891, Lautrec fez o primeiro cartaz publicitário do Moulin Rouge, que é uma das representações mais famosas do cabaré, e graças a ele, Lautrec tornou-se famoso da noite para o dia. Durante essa década, produziu muitas gravuras – para álbuns de colecionadores, cardápios, programas de teatro e livros. Tornou-se o maior criador de cartazes de Paris.

Pós-Impressionista

Ao contrário dos Impressionistas, Toulouse-Lautrec tinha pouco interesse pela paisagem e preferia os interiores. Além de composições assimétricas, influenciadas pelas gravuras japonesas, naquela época, muito populares em Paris, retratava cenas noturnas de interiores iluminadas por luz forte e artificial, prostitutas que caracterizava para enfatizar seus atributos essenciais e as famosas dançarinas de cancan, como na tela, “Le Goulue Arriving At The Moulin Rouge” (1892).

Toulouse-Lautrec

Fascinado pelo teatro, Lautrec passou a frequentar os círculos mais elitizados. Ficou amigo de diversos pintores. Muitas das atrizes que povoam suas obras foram da sua roda de amizades. Bem como, as prostitutas que lhe pareciam adequadas como modelos e amantes, que eram retratadas nas mais variadas situações. Seu estilo transgredia as proporções anatômicas e as leis da perspectiva em favor da expressividade.

Últimos anos de Toulouse-Lautrec

A partir de 1892, Toulouse-Lautrec dedicou-se à litografia. Entre as mais de 300 que produziu destaca-se a série “Elles”, que retrata a vida nos bordéis. Nessa época, o artista já estava entregue ao alcoolismo, contraíra sífilis, mesmo assim produziu obras brilhantes. Em 1898, realizou uma expedição individual, a última de sua carreira, na filial londrina da Galeria Goupil. Em 1899, após um colapso nervosos passou alguns meses em um sanatório em Neuilly, nos arredores de Paris.

Toulouse-Lautrec faleceu em Saint-André-du-Bois, França, no dia 9 de setembro de 1901.

Roberto de Oliveira Magalhães (Rio de Janeiro RJ 1940). Pintor, desenhista gravador. Realiza seu aprendizado artístico com as atividades profissionais iniciadas precocemente: primeiro, na gráfica do tio (desenho de rótulos e propagandas); em seguida, fazendo capas de livros e discos e desenhos publicitários. Freqüenta cursos da Escola Nacional de Belas Artes (Enba), como aluno livre, em 1961. No decorrer da década de 1960, participa de diversas coletivas, no Brasil e no exterior: 1962, expõe desenhos a nanquim na Galeria Macunaíma, anexa à Enba; em 1964, realiza sua primeira individual de xilogravuras, na Petite Galerie, Rio de Janeiro; e recebe, no ano seguinte, o prêmio de gravura da 4ª Bienal de Paris. Segue para a capital francesa, em 1967, depois de ganhar o prêmio viagem ao exterior no 15º Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM), em 1966, com a xilogravura Édipo Decifra o Enigma da Esfinge. Em Paris expõe com Antonio Dias (1944) na Galeria Debret, em 1968. Estudos de ocultismo, teosofia e, sobretudo, a aproximação ao budismo a partir de 1969 levam-no a residir por quatro anos no Centro de Meditação da Sociedade Budista do Brasil, quando interrompe a atividade artística. Em 1975, recomeça o trabalho com arte por meio de exposições individuais de desenho e pintura no Rio e em São Paulo, e de aulas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Integra coletivas de gravuras e desenhos, na década de 1980. Em 1992, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), do Rio de Janeiro organiza uma retrospectiva dos 30 anos de produção do artista, a maior dedicada a sua obra.

Marcia Baroni

Márcia Ribeiro Baroni nasceu em 1960 em Porto Alegre/RS. Artista Plástica. Psicóloga. Filósofa Clínica. Estudou desenho e pintura na infância e adolescência com Gessy Geyer de Menezes. Técnicas: acrílico sobre tela. Colagem sobre tela. Tem participado de mostras coletivas e salões. Teve sua primeira exposição individual na Galeria Duque em Porto Alegre/RS, em 2018.

Marcelo Pferscher

Marcelo Pferscher nasceu em Porto Alegre, Brasil, no ano de 1971. Filho do artista plástico  austríaco Benno Pferscher, Marcelo teve contato com o universo artístico desde muito cedo. Cursou a Escola Municipal de Arte de Porto Alegre e posteriormente decidiu trabalhar com design e ilustração, tendo como seus principais mestres os ilustradores Joaquim Gomes, José Giacomini e Mario Neves e os designers Antonio Raupp e Valpírio Monteiro. Aos 23 anos, foi para a Áustria, onde trabalhou na restauração de uma igreja neogótica, na cidade de Bregenz e na maior agência de publicidade da Áustria, Demner &
Merlicek, em Viena.
ILUSTRAÇÃO (a partir de 1995)
Ao voltar para o Brasil, decidiu abrir seu próprio estúdio de ilustração, a Fescher Neoilustração, passando a atender clientes como Coca Cola, Fiat, Nokia, Basf, Nestlé, Kraft, Ambev, Walmart, entre outros. Em 2004, foi agraciado pela primeira vez com o prêmio de Ilustrador do Ano no Salão da Propaganda – RS/Brasil. No mesmo ano, participou da 2ª Mostra Talentos da Comunicação na Fundação Bienal de São Paulo – SP/Brasil. No ano seguinte, começou a formar uma equipe, que, anos mais tarde, chegaria a um grupo de 10 artistas comandados por ele. Nos 10 anos que se seguiram, seu estúdio foi indicado seis vezes e ganhou 4 vezes consecutivas (2008, 2009, 2010 e 2011) o prêmio de Estúdio de Ilustração do Ano no Salão da Propaganda – RS/Brasil. Em 2013, conquistou um Ouro e um Grand Prix no CRIARP – RS/Brasil, em 2015, um Ouro no Colunistas Brasil –
SP/Brasil e, em 2013, duas de suas ilustrações receberam o selo Excellence Award 3DTotal – Inglaterra. Além disto, teve trabalhos publicados em revistas e livros de renome, nacionais e internacionais, tais como, 200 Best Illustrators Worldwide – Áustria (2011 e 2014), Lürzer's Int'l Archive – Áustria (2009, 2011, 2014 e 2015), Exposé – Austrália (2012 e
2013), 3D Artist – Inglaterra (2013), 3D World – Inglaterra (2013 e 2015), 3D Creative –Inglaterra (2014), Zupi – Brasil (2014 e 2015), entre outros.
ARTE (a partir de 2015)
Em 2015, o artista decidiu retomar sua produção artística autoral e buscou em seus arquivos pessoais o exato ponto onde o seu trabalho de cunho artístico havia parado, para, daí, retomá-lo. Durante os anos de 2015 e 2016, dedicou-se a pesquisas para refinar o conceito e a linguagem estética de sua nova produção. Esta pesquisa resultou na série Anatomia, na qual o artista desfragmenta suas imagens em múltiplas camadas.

Será uma oportunidade única, para adquirir obras de arte a preços promocionais.

A Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa convida para a 13ª edição do Evento 20 x 20 e Outros Formatos 2018, que promove anualmente e que conta com a valiosa colaboração dos mais expressivos artistas do estado.
Nesta edição a participação se reveste de especial significado para a Chico Lisboa, pois estamos em 2018, ano em que a associação celebra 80 anos de atividades. Neste momento, reunimos um grande número de artistas associados e convidados para fortalecer a representação da instituição, perante os desafios no campo da arte e da cultura que o próximo ano nos reserva.
Assim, temos prazer em convidá-lo(a) a colaborar com a mostra beneficente, que será aberta ao público no dia 08 de dezembro (sábado), das 10h às 16h, na galeria Duque Espaço Cultural (Duque de Caxias, 649, Centro histórico, Porto Alegre/RS).
#chicolisboa80anos
#20x20chicolisboa
#chicolisboaarte

chicolisboa@chicolisboa.com.br
www.chicolisboa.com.br
www.facebook.com/associacaochicolisboa
twitter: @chicolisboaarte
instagram: @chicolisboaarte


 

CONVITE:

“Envelope do corpo”
“Arte Vestível no tapete 3”

Com muita alegria convido os amigos para mais um:

“Arte Vestível no Tapete 3”
Dia: 01.12.2018
Horário: 14:30
Na Galeria Duque Espaço Cultural: Rua Duque de Caxias 649, 90010-282 – Centro Histórico/Porto Alegre

Vamos comemorar:
1 ano de espaço
1 ano de tempo integral
A logomarca
E meu aniversário.

Com Leticia e Camila mostrando os Envelopes.
As pessoas que vestem com seus Envelopes.
Um amigo professor de piano que fará uma ilustração musical

Já estou muito feliz com tua presença pois estou cortando, dobrando, envelopando desvendando formas, tramas …
Enfim! Como o esqueleto é o cabide do corpo carnal, nós somos os cabides das nossas escolhas tramas, fios linhas ao ventoooooooo

Agradecimento muito especial a
Daisy Viola
Arnaldo Buss
Galeria Duque Espaço Cultural

www.rosane-morais.com

Através da arte dos desenhos de observação detalhados ou registros rápidos em forma de sketch, com o uso de cores ou simplesmente traços sobre um papel, os participantes chegam a resultados que vão desde representações gráficas realistas até registros quase abstratos do local escolhido. É como um registro instantâneo daquele momento fugaz, interpretando, valorando ou resinificando para si o entendimento da urbe que nos cerca e às vezes nos engole.
Nos encontros periódicos para desenhar, não importa tanto ser experiente quanto ter vontade de se expressar, de participar do momento da reunião e do aprendizado. Momentos para entender de forma simples o que de complexo apresenta-se nos espaços que pontuam nossas cidades e que, inegavelmente, nos envolvem e influenciam os nossos dias.

A Canhotorium Arte aplicada de Porto Alegre comemora em 2018 os seus 10 anos de existência com uma exposição coletiva na Galeria Espaço Cultural Duque. A mostra apresenta registros de trabalhos produzidos pelo estúdio e uma série de obras coletivas produzidas por artistas convidados e parceiros ao longo de sua história.
Participam da exposição além dos sócios Dreyfus Soler e Ricardo Fonseca, os artistas Alexandre Nicolodi, Aline Daka, Bricio Dias, Bruno Ortiz, Carlos Ferreira, Emanuele Kanitz, Gabriel Ferreira, Itapa Rodrigues, Leonardo Garbin, Marco Escada, Paulo Casa Nova, Rafael Costa, Yuji  Schimidt e Zé Lopes.
Sobre a Canhotorium Arte Aplicada
Estúdio de criação artística atuante nas áreas do design gráfico, ilustração, animação e artes visuais, em parceria principalmente com os mercados
publicitário, editorial e de comunicação.

Frank Philip Stella (Malden, 12 de maio de 1936) é um artista plástico contemporâneo norte-americano. Seu trabalho abrange pintura, objetos, arte gráfica e projetos arquitetônicos.

Iniciou seus estudos artísticos na Phillips Academy e na Universidade de Princeton, vendo-se influenciado pelas obras de Noland, especialmente por seus quadros recortados que estavam pintados com cores planas ou bandas monocromáticas. Acabaram se conhecendo na exposição “Sixteen Americans” que organizou no MOMA em 1959. Ao renunciar ao expressionismo abstrato, Stella converteu-se desde a década de 1960 num dos máximos representantes da abstração geométrica e construtivista que preludia a arte minimalista.

Suas pinturas-relevo ocuparam um papel fundamental no desenvolvimento da vanguarda norte-americana. A partir de 1958, com seus Black Paintings, converte-se num dos maiores representantes da chamada nova abstração, antecedente direto do minimalismo. Foi um dos criadores e promotores do hard edge, e do desenvolvimento do shaped canvas ou pintura de marco recortado. Seus quadros-objetos e suas pinturas-relevo ocuparam um papel fundamental no desenvolvimento da neo-vanguarda norte-americana e internacional.

Em 1960, apresentou sua primeira mostra individual na Galeria Leio Castelli de Nova York. Em 1962 exibiu numa mostra coletiva no Whitney Museum de Nova York e em 1963 foi nomeado artista residente em Dartmouth College (New Hampshire).

Entre outras tantas exposições coletivas que se realizaram durante a década de 60, Stella participou em algumas das mais importantes, relacionadas com a nova abstração e a arte minimalista, como por exemplo, Toward a New Abstraction (Jewish Museum, NY, 1963) ou Systemic Painting (Guggenheim Museum, NY, 1966). Já em 1964 tinha participado da XXXII Bienal de Veneza e em 1965 da VIII Bienal de São Paulo com outros artistas norte-americanos. Também em 65, participa do Prêmio Internacional Torcuato Dei Tella, em Buenos Aires, com três de suas pinturas de marcos recortados. Em 1968 faz parte do IV Documenta em Kassel com as gravuras feitas em Gemini GEL junto ao mestre impressor Kenneth Tyler, com quem seguirá trabalhando até a atualidade. Em 1969 expõe no Metropolitan Museum of Art de Nova York. Em 2010, participou pela primeira vez com uma peça na SPArte, a convite da Almacen Galeria, apresentando um trabalho da serie Bali, Poera.

 

 

Graça Craidy

Mora em Porto Alegre, RS, Brasil.

Artista plastica, publicitária e consultora de comunicação. Foi professora de Processo Criativo na ESPM Sul. Trabalhou em agências de propaganda, na área de Criação, de 1973 a 2015. Graduação, mestrado e doutorado (parcial) em Comunicação pela Famecos/PUCRS. Sua obra investe bastante em denúncia social, principalmente nas questões ligadas à violência contra a mulher, direitos humanos e abandono da velhice. Trabalha com acrílica, pastel oleoso, aquarela, e, também, arte digital. Sua expertise é retrato.FORMAÇAO :Publicitária e ex-professora de Processo Criativo na ESPM-Sul. Graduacão e Mestrado em Comunicação Famecos PUCRS (2007). Foi aluna do Atelier Livre desde 2011 . Desenho e Pintura com Renato Garcia, Desenho com Will Cava e Paulo Chimendes. Desenho com Claudia Hamerski. Pintura com Daisy Viola e Hô Monteiro. Aquarela com Carla Pilla. Desenho com Dalton de Lucca ( SP) Desenho e Pintura com Sonia de Franceschi na Accademia D’Arte (Firenze, Italia). Pintura com Deborah Paiva, Instituto Tomie Ohtake.(SP) Desenho com Gustavot Diaz. ( POA) Criatividade com Charles Watson. (POA) EXPOSIÇOES: 2014 – Arte e artista na orla – Ipanema ( POA/RS) ( coletiva), Feira Noa-Noa – Atelier Livre, Convocatória Lupi 100 Anos de Amor e Dor – Atelier Livre, Exposição da Oficina de Modelo Vivo – CCMQ ( coletiva), 2015 – Coleção Até que a morte nos separe, no Centro Cultural Zona Sul, no Salao do Atelier Livre, na Pinacoteca Ajuris, no TCE-RS, no Palácio da Justiça, na Assembleia Legislativa. (individual), Bienal C – Conexões (CCMQ – ( coletiva), Identidade:Desenho – Paço Municipal – Galeria Porão – (coletiva), Tardes de 4ª no Atelier Livre ( coletiva) Atelier Livre 20X20 Chico Lisboa – ( coletiva) Bolsa de Arte, 2016 – Desenhos do Corpo – CEEE Erico Veríssimo – (coletiva), Ícones, no Café do Porto – ( individual), É de tirar o chapéu- Gravura Galeria ( coletiva), Coleção Até que a morte nos separe na Assembleia Legislativa, no Memorial da Justiça Federal, no Memorial do Supremo Tribunal Regional, 4ª Regiao, no Hall do Tribunal Regional Eleitoral 4º Região. (POA/RS), Coleção Brasília Céu Inferno – Usina do Gasômetro ( ndividual), Bienal C Itinerante – Sesc/ Laejado e Vila Mimosa/Canoas, Coleção Livrai-nos do Mal – Palácio da Justiça – TJ RS (individual), Conexão Arte Casa de Pedra Canela, RS (coletiva), Identidade: Desenho II – Paço Municipal, Galeria Porão – (coletiva), Corruptos de Rapina – Pinacoteca Ajuris ( individual), Ilustrando Lendas do Sul– CCMQ ( coletiva), Lendas de um Continente Sulino– CEEE Erico Veríssimo (coletiva), 20X20 Chico Lisboa – Galeria Mamute ( coletiva), ( individual) Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo – Livrai-nos do Mal, 50 pinturas sobre violencia contra a mulher. ( março/abril 2017), ( Individual) Ícones – Café do Sesc Centro – POA/RS, ( Coletiva) Escolha suas asas – Gravura Galeria POA/RS, ( Coletiva) Quatro Poesias – Galeria Duque – POA/RS; LIVROS:. Capa do livro Mulheres que lutam – Losandro Tedeschi. Ilustração do Capítulo Violência Doméstica – Tratado do Direito das Familias IBDFAM, artigo Des. M. Berenice Dias. Ilustrações Lendas do Sul, de Simões Lopes Neto (3) IEL UFRGS. Ilustração Caderno Proa ZH, dez 2015- Violência doméstica. ( 4 paginas)

Em Fragmentos Cromáticos, o artista Marcelo Pferscher mostra pela primeira vez ao público os trabalhos de sua nova fase, iniciada em 2018. Segundo ele, agora as suas obras passam por uma desconstrução projetual, cromática e estrutural. Por meio de um processo longo, o trabalho é construído e desconstruído inúmeras vezes nos campos do desenho, da escultura e da pintura até chegar ao resultado desejado.

Com curadoria de Daniela Giovana Corso, a exposição apresenta 18 pinturas e esculturas que mostram uma evolução sequencial clara em relação ao trabalho que o artista vinha desenvolvendo anteriormente. Em um primeiro momento, o que mais chama a atenção é a desconstrução cromática das camadas que formam suas obras, mas logo se percebe, nas pinturas, que esta desconstrução vai além e que o artista se utiliza das esculturas para criar suas obras pictóricas. Nestas, agora, as camadas são vistas claramente desmembradas, como se fossem fragmentos de um todo coerente, então desconstruído. Percebe-se também, que o processo de estudo cromático é extenso e meticuloso não só no âmbito da cor, mas também na sua distribuição espacial sobre a tela. No espaço expositivo, a distribuição das obras e suas cores criam por si só uma obra maior, com um fluxo contínuo e impactante.

Descoladas

Descoladas são as mulheres de Márcia Baroni; São únicas, apaixonantes, divertidas e sedutoras.

Marcia encontrou na colagem seu dado de expressividade, uma busca por comunicar, conjugar instantes e percepção de vida, na perspectiva da singularidade feminina.

Dominando o desenho, a composição a luz, se utilizando de papéis coloridos como elementos pictóricos, suas montagens poderão nos tocar, significar e emocionar.

Marcia Baroni é psicóloga e filósofa clínica. Estudou desenho e pintura e só mais tarde descobriu esta técnica, que domina com maestria.

Alexandre Böer – curador

Figura

Pontos, linhas e cores são os elementos importantes na estrutura das produções artísticas visuais e resultam em formas, configurações e figurações em qualquer representação visual, esculpida, pintada ou gravada. Criam–se assim imagem, ilustração e figuração.

Na História da Arte Ocidental, desde a pré-história até os nossos dias, a representação da Figura Humana tem sido um dos temas centrais das Artes Visuais. A vontade e, ao mesmo tempo, a necessidade do homem de se representar e de guardar memória de si mesmo fez com que ele deixasse de se remeter apenas para a esfera das formas, ultrapassando seus limites e ampliando até a sua visão do mundo que o rodeava e da sua representação, entendida como um processo de reflexão sobre a origem e a evolução da própria humanidade, “documentando” o processo histórico.

Assim como a história da escrita passa pela história da imagem e vice-versa, a compreensão e a utilização da escrita e de imagens se entrelaçam, embora não cheguem a se confundir. Imaginamos palavras e palavreamos imagens. A representação simbólica de algo, a imagem que remete a alguma coisa e o símbolo são resultantes da expressividade que compõem a arte de seu momento histórico.

Aqui, a partir das obras de Marcelo Pferscher e Marcia Baroni, nossos artistas convidados que, cada um a seu modo e com técnicas artísticas distintas, representam em seus trabalhos figuras humanas, proponho um recorte do acervo da galeria que acompanha suas propostas, com obras de artistas que também representam seres e lugares que fazem ou fizeram parte de seus universos.

 

 

 

Daisy Viola

Artista plástica

Instrutora de arte no Atelier Livre Xico Stockinger da PMPA

Curadora desta exposição

 

 

Carlos Alberto de Araújo Filho (São Paulo SP 1950). Pintor, desenhista, litógrafo. Inicia em 1963 estudos autodidáticos com o painel Alegoria ao Carnaval. Entre 1971 e 1975 cursa engenharia na Universidade Mackenzie, em São Paulo. Em 1973, é convidado a participar da exposição Imagens do Brasil, em Bruxelas. No ano seguinte, faz a primeira exposição individual, no Masp, local em que realiza outras exposições. Além da pintura, trabalha outras técnicas, como desenho e litografia. Lança em Paris, em 1989, o livro de litogravuras Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Na sua obra observam-se elementos da pintura renascentista. No decorrer de sua carreira, realiza diversas exposições individuais e coletivas, no Brasil e exterior. Em 1980, o painel Anunciação, de sua autoria, é enviado pelo governo brasileiro ao Papa João Paulo II. Em 1984, é premiado pela Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA.

Sábado, dia 22 de Setembro de 2018, tivemos o vernissage das exposições “Figura” com obras do acervo da Galeria e curadoria de Daisy Viola, “Fragmentos Cromáticos” obras de Marcelo Pferscher e curadoria de Daniela Giovana Corso e ” Descoladas” obras de Márcia Baroni com curadoria de Alexandre Böer.

Daisy Viola

Pintora. Santa Maria, RS, 1956. Bacharel em Artes pela Universidade Federal de Santa Maria em 1983. Tem Participado de coletivas e salões, com destaque no Salão MARGS-35 Anos, 1989, e 15º Salão de Artes Plásticas da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa (Chico Lisboa), 1992, ambos em Porto Alegre. Neste mesmo ano expos individualmente na galeria João Fahrion, MARGS, em Porto Alegre.

No sábado dia 15/09/2018 tivemos o prazer de receber o curso Educando com Arte da Acrilex.

Gostaríamos de agradecer à professora Priscila, a Tatiana da Acrilex e especialmente a Acrilex pela oportunidade.

Agradecemos também as escolas que enviaram seus professores.

As oficinas foram gratuitas e todos os  participantes receberam o manual para educadores Artístico patrocinado pela Acrilex.

Mesmo com chuva o evento foi um sucesso.

As exposições têm início no dia 22/07/2018 e ficam na galeria até o dia 14/11/2018

Venha nos visitar!

Nosso horário de atendimento é de segunda a sexta-feira das 10h às 18h30min e aos sábados das 10h às 17h

Livro de pano

Convite – Convocatória

O nosso objetivo é construir uma biblioteca temporária e portátil de Livros de Pano (tecidos). Considerando o livro como objeto de arte, um objeto de afeto, suporte de ideias e usando linguagens livres com Fios (fibra fiada ou fibra natural), Panos (fio tramado/tecido), ou feltros.

Cada artista poderá apresentar um livro individual que contenha no conteúdo um fio condutor coerente com o seu processo artístico individual (não seja uma simples amostra de técnicas), uma escrita simbólica com fio e/ou pano. Com formato Livre e Dimensão máxima tamanho A3.

Deverá ser possível ao publico manusear o livro durante o período da exposição.

Poderão participar artistas visuais, residentes em todo o território nacional, brasileiros ou estrangeiros legalmente residentes no país.

O presente convite visa apenas à exposição das obras enviadas, desobrigando aos organizadores de qualquer pagamento, cachê ou premiação aos participantes, bem como, qualquer intermediação de comercialização das obras.

Todas as obras regularmente inscritas participarão da mostra, desde que de acordo com os propósitos deste convite e objetivos da temática.

Exposição em 27/10/2018 na Galeria Duque, R. Duque de Caxias 649, B. Centro Histórico, POA, RS.

CRONOGRAMA

As inscrições são gratuitas e estarão abertas de 15 de agosto a 15 de outubro de 2018, pelo e-mail livrodepano2018@gmail.com

O envio da obra até 20/10/2018 em envelope lacrado, para a Galeria e espaço cultural Duque (R. Duque de Caxias, nº 649 – Bairro Centro histórico – Porto Alegre/ RS – CEP: 94035-270), sob duas formas:

a. Pessoalmente: protocolando envelope na Galeria e espaço cultural Duque (R.). Duque de Caxias, nº 649 – Bairro Centro histórico – Porto Alegre/ RS, de segunda a sexta-feira, das 11h às 18h, e sábado das 11 h às 16 h.

b. Pelo correio: enviando envelope por Sedex ao endereço da Galeria.

EXIGÊNCIAS

O envelope lacrado e identificado deverá conter:

a. Uma obra sob o conceito de Livro de Artista, com as dimensões máximas de tamanho A3, pronta para exposição e devidamente identificada em seu verso.

b. Ficha de inscrição preenchida.

c. Cópia de RG, CPF.

Caso o artista manifeste interesse na devolução da obra pelo correio após a exposição, este deverá enviar junto com a inscrição e a obra, envelope selado e taxa de postagem paga relativa ao peso, identificado com endereço para devolução junto à empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT.

Ao enviar sua proposta o artista deverá enviar texto com sua assinatura concordando em não fazer cobranças legais ou judiciais nem no período da realização nem em período posterior a realização da exposição – biblioteca.

Na ausência deste item na sua inscrição, a proposta será automaticamente de desconsiderada.

DESCLASSIFICAÇÃO

– Serão desclassificadas obras que excederem as dimensões estabelecidas e que não estiverem de acordo com o conceito de Livro de pano já definido.

– Obras realizadas com materiais que prejudiquem e/ou comprometam a integridade física do local e/ou público em geral, bem como, aqueles que não se encaixem aos parâmetros de classificação livre, considerando que o espaço é aberto a visitação pública para todas as idades.

– Obras que contiverem intenção ou material que nitidamente expresse preconceito e desrespeito aos direitos humanos de qualquer natureza (raciais, religiosos, políticos, etc.).

DO ENVIO, MONTAGEM, EXPOSIÇÃO E RETIRADA DAS OBRAS.

Cabe aos organizadores a responsabilidades de montagem da exposição, e sua divulgação na imprensa e outros meios audiovisuais e eletrônicos (web e e-mail).

Cabe aos artistas a responsabilidade total sobre as providências e despesas referentes a correio, transportadoras, seguro, documentos oficiais que porventura se façam necessários, embalagem para o envio e devolução da obra.

A organização se isenta de responsabilidade por eventuais danos ocasionados às obras no envio (correio, transportadora, etc.) causado por embalagens inadequadas, bem como no período da exposição.

O período de visitação da exposição será de 27 de outubro a 17 de novembro de 2018, das 11h às 18h.

Os trabalhos que fazem parte da exposição não poderão ser retirados antes do seu encerramento.

Após 24 de novembro de 2018 a organização estará isenta de responsabilidade sobre obras não retiradas e nos casos em que os artistas não enviaram na inscrição envelope selado para devolução das obras, podendo dar-lhes o destino que lhe convier.

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Ao efetuarem a inscrição os artistas automaticamente autorizam aos organizadores a reproduzir as imagens e informações técnicas dos trabalhos para divulgação na imprensa, em catálogos, postais, livros e outros impressos, audiovisuais e meios eletrônicos (web e e-mail).

Os artistas responsabilizam-se pelos direitos autorais de imagens de terceiros, bem como, o uso de livros alterados apropriados, que porventura venham a utilizar.

Inscrição até 15/10/2018, pelo e-mail livrodepano2018@gmail.com

Envio da obra até 20/10/2018

Coletivo Tramando Arte

Com FLÂMEOS, o Coletivo Tramando Arte propõe uma reflexão sobre o feminino constituído a partir de laços afetivos e sociais. A proposta também busca convocar o público a redimensionar o lugar das práticas têxteis na cultura. Ao apresentar tricôs e crochês, FLÂMEOS intenta chamar atenção para as possibilidades poéticas, expressivas e conceituais presentes em técnicas que foram historicamente segregadas ao espaço doméstico. A cor vermelha, as técnicas têxteis e as dimensões das peças garantem a unidade formal que faz de FLÂMEOS uma proposta que transita entre os conceitos de mostra e de instalação. Esse hibridismo conceitual delineia o propósito de expandir o olhar do público sobre as perspectivas do fazer têxtil.

Lília Sentinger Manfroi

Há muitos modos de se começar. Às vezes, sinto-me numa maratona de grandes figuras e me vejo correndo fora da pista, na calçada, mas continuo correndo.

E que faço ao calcografar no metal ou mesmo quando esculpo a pedra? Respondo: eu me revelo, me descubro, me desnudo e sem medo expresso o que me vem do inconsciente no momento que inicio a riscar a placa de cobre com o buril. Às vezes, minha imaginação começa a trabalhar quando inicio a preparação da placa ao lixar. Nunca sei o que vou desenhar até ver alguma pista na própria matriz. Que pode ser uma mancha, um risco ou uma oxidação do metal.

Muitas vezes vejo cabeças e dali parto à procura do corpo e assim vou criando personas que interagem entre si.

Em base, posso dizer que trabalho com problemas e isto aguça minha curiosidade e meu prazer em riscar-riscar-riscar. Risco por risco, mancha por mancha surge a mensagem ou imagem.

Posso então afirmar que a arte para mim, Lília, é liberdade, comunicação, alegria, minha visão de mundo.

Fio Condutor

Tereza Albano

No trabalho apresentado por Tereza Albano aparecem entrelaçados os resultados de suas pesquisas dos últimos anos com a experimentação das possibilidades oferecidas por diversos materiais.

Especialmente os tecidos leves, pela sua maleabilidade e delicadeza, propiciam desenhar imagens abstratas que se assemelham a figuras de estruturas espaciais observadas na natureza ou representações de mapas de cidades com seus traçados mais ou menos regulares.

Igualmente especiais, os tecidos castigados pelo tempo de uso indicam possíveis caminhos para a criação de algo novo com grandes chances de nos surpreender.

Na sua potencialidade o papel machê entra como parceiro fundamental – comparecendo como parte do todo e propiciando complementar o resultado final a alcançar.

Ermanno Ducceschi

Pistoia, Itália, 1920-Porto Alegre, RS, 1998

Transferiu-se para o Rio Grande do Sul em 1947, Estado que se tornou ponto de chegada e partida para contínuas viagens pela América do Sul, principalmente ao Peru e Paraguai. Dividiu seu tempo entre o ateliê romano e o de Porto Alegre. Nos anos 80, sua obra foi motivo de análise em Quaderni di Pinttura – I Contemporanei, Piperno Edizioni, Roma, Itália. Expôs individual e coletivamente em cidades como Florença, Pistoia, Buenos Aires, Rio de Janeiro e São Paulo, obtendo prêmios significativos e reconhecimento nessas cidades.

Antônio Henrique Abreu Amaral nasceu no ano de 1935. É formado em Direito pela Universidade de São Paulo.

Iniciou sua formação artística em 1952, na Escola do Museu de Arte de São Paulo, MASP, com Roberto Sambonet. Estudou gravura com Lívio Abramo no Museu de Arte Moderna de São Paulo, MAM/SP, em 1956. No ano seguinte, realiza a primeira exposição individual de gravura neste museu. Em 1958, viaja para a Argentina e Chile, realiza diversas exposições e entra em contato com Pablo Neruda, Arturo Edwards, Rodolfo Ofazo e Mario Carreño. Vai para os Estados Unidos em 1959 onde, além de expor em Washington, aperfeiçoa-se em gravura com Shiko Munakata e W. Rogalsky, no Pratt Graphics Center, em Nova York. Volta ao Brasil em 1960 e trabalha como assistente de Alfredo Bonino, na Galeria Bonino, Rio de Janeiro. Conhece Portinari, Bandeira, Djanira e Goeldi. Em 1961 volta para São Paulo, trabalha como redator e contato publicitário sem abandonar a atividade artística.

Após o golpe militar de 1964, sua obra passa a incorporar uma temática social agressiva. Em 1967 lança o livro O Meu e o Seu, na Galeria Mirante, com apresentação e texto de Ferreira Gullar e capa de Rubens Martins, e inicia seu trabalho em pintura.Nesse mesmo ano faz a primeira mostra individual de pintura, a série Bocas, na Galeria Astréia, em São Paulo.

Entre 1968 e 1975 elabora a série Bananas, composta de litografias e pinturas. É nesta fase que troca gradativamente a gravura pela pintura. Em 1971, com o prêmio de viagem ao exterior recebido no Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro, vai para Nova York e retorna ao Brasil em 1975. Nesse período realiza exposições nos Estados Unidos, entre outros países. Quando volta ao Brasil revitaliza sua pintura e chega gradativamente à pintura abstrata.

Expressionista, em suas gravuras desenvolveu uma temática social agressiva, transposta depois para a pintura. No final da década de 60 e no transcorrer da década seguinte, desenvolve a fase das bananas, numa aproximação às idéias veiculadas pelo Tropicalismo e, numa referência mais remota às figuras antropofágicas de Tarsila do Amaral, com a mesma pujança cromática que se verifica suas telas atuais mais próximas do ideário surrealista. Esta fase é constituída de duas séries, a primeira denominada Brasiliana, que vai até 1973 e a segunda, Campos de Batalha.

Expões com regularidade em várias capitais do Brasil, apresentando-se também em individuais, salões e coletivas no exterior.

Vive e trabalha em São Paulo.

http://www.pinturabrasileira.com/artistas_bio.asp?cod=108

Porto Alegre

Inscrições pelo telefone 51 3237-1544

Entrelaçamento

Acertvo da Galeria

Arte é uma forma de o ser humano expressar suas emoções, sua história e sua cultura através de alguns valores estéticos que foram evoluindo e ocupando um importantíssimo espaço na sociedade enquanto conhecimento a ser construído, linguagem a ser experimentada e fruída, expressão a ser externalizada e refletida.

Ela tem características únicas e imprescindíveis ao desenvolvimento do ser humano, um ser dotado de emoção e razão, de afetividade e cognição, de intuição, racionalidade e subjetividade. De totalidade.

As artes visuais têm a visão como o seu meio principal de apreciação. Assim, consideramos a pintura, desenho, gravura, fotografia, cinema e novas tecnologias, que hoje são capazes de tornar visíveis e presentes, imagens de sonho, passado e/ou futuro.

Neste momento contemporâneo, onde o limite entre as linguagens artísticas está sendo diluído, propomos uma exposição que reforça a possibilidade de convivência e comunicação entre elas. Traremos a tradição da gravura gaúcha e a arte de mulheres-artistas com trabalhos de fios e fibras que conversarão com pinturas, desenhos, esculturas e gravuras de mestres que compõem o nosso acervo.  A mostra promove a interdisciplinaridade, respeita as especificidades de cada obra, e constrói uma renda, como um tecido transparente de malha aberta, fina e delicada, que forma desenhos variados com entrelaçamentos de fios, linhas, pinceladas e até mesmo ideias. As rendas compõem-se de dois elementos: o desenho, ou motivo, e o fundo que mantém o desenho unido. No nosso caso, o fundo é a Galeria com seu espaço expositivo, e o motivo a arte através dos artistas e suas obras.

Daisy Viola – Curadora desta exposição

Sábado dia 14/07/2018 aqui Galeria Duque tivemos a abertura das exposições “Entrelaçamento” com obras do acervo da Galeria, “Flâmeos” do Coletivo Tramando Arte, “Fio Condutor” da Tereza Albano e “Sou Eu” de Lílian Manfroi.

Galeria Duque Convida

As exposições têm início no dia 14/07/2018 e ficam na galeria até o dia 06/09/2018

Venha nos visitar!

Nosso horário de atendimento é de segunda a sexta-feira das 10h às 18h30min e aos sábados das 10h às 17h

Danúbio Gonçalves

Danúbio Vilamil Gonçalves nasceu em Bagé, Rio Grande do Sul, no dia 30 de janeiro de 1925, faleceu em Porto Alegre em 21 de abril de 2019, aos 94 anos. Quando tinha dez anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde viveu durante 14 anos. Pintordesenhistagravador e escritor, frequentou o ateliê de Candido Portinari com Iberê Camargo. Em 1945 frequentou o ateliê do paisagista e pintor Roberto Burle Marx e do escultor August Zamoyski. Em 1946, estudou gravura e desenho na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, com Carlos Oswald, Axl Leskoschek e Tomás Santa Rosa Júnior. Viajou para Paris e, entre 1949 e 1951, frequentou a Académie Julian.
De volta ao Brasil, fundou o Clube de Gravura de Bagé, no Rio Grande do Sul, com Glauco Rodrigues, Glênio Bianchetti e Carlos Scliar. Com esses artistas, mais Vasco Prado, integrou o Clube de Gravura de Porto Alegre entre 1951 e 1955. Desde 1963, orientou os alunos do curso de litogravura do Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, instituição que dirigiu até 1978. No período entre 1969 e 1971, lecionou gravura no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IA/UFRGS). Entre 1970 e 1978, fez várias palestras e deu cursos de xilogravura, litografia, desenho e pintura no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.
Publicou os livros “Do Conteúdo à Pós-Vanguarda”, editado pela Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre em 1995, e “Processos Básicos da Pintura”, pela editora AGE em 1996. Em 2000, foi realizada uma exposição retrospectiva de sua produção no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (Margs) e foi publicado o livro “Danúbio Gonçalves: Caminhos e Vivências”, pela editora Fumproarte, com textos de Paulo Gomes e Stori.
Dedicou-se também ao mosaico, realizando obras em painéis na Igreja de São Roque, em Bento Gonçalves; no Santuário do Sagrado Coração de Jesus, junto ao túmulo do padre João Batista Reus, em São Leopoldo; e na Igreja de São Sebastião, em Porto Alegre. Sua obra está presente em inúmeras coleções particulares e em acervos como no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, na Pinacoteca Pública Aplub (Porto Alegre), no Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro), na Pinacoteca do Estado de São Paulo, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e no Museu de Arte Moderna de São Paulo, entre outros.

 

Rafael Dambros

Rafael Dambros é formado em produção audiovisual pela Universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro, onde viveu por sete anos trabalhando para a REDE RECORD de Rádio e Televisão e  como professor de desenho e pintura artística em escolas profissionalizantes e na ONG SERCIDADÃO, o que forneceu um grande conteúdo conceitual e experimental para seu trabalho. Na cidade do Rio de Janeiro pode entrar em contato com obras dos grandes mestres brasileiros em alguns dos museus mais antigos do Brasil, como o Museu Municipal do Rio de Janeiro.
Em 2006 realizou sua primeira exposição individual, intitulada “Efeitos” no centro cultural Suassuna, RJ, com seus primeiros desenhos em caneta BIC, os quais segue produzindo e amadurecendo a cada traço. Desenvolveu com o passar dos anos, 4 séries artísticas onde explora diferentes temáticas, tendo como base fundamental o desenho e suas possibilidades dentro da contemporaneidade.
De 2007 até 2011 concentrou-se em pesquisas técnicas e experiências sensitivas na composição. Neste mesmo ano mostrou o resultado deste trabalho em uma exposição de retratos em Caxias do Sul. Seu estilo Pop foi mostrado ao público caxiense em uma exposição na galeria da Casa da cultura no ano de 2015 com um projeto financiado via LIC municipal intitulado Pop Porn. Nos anos seguintes dedicou-se a participar de projetos culturais e exposições coletivas na cidade de Porto Alegre e São Paulo. Alguns de seus trabalhos estão em acervos particulares em Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Glasgow e Amsterdan.
Atualmente segue produzindo em seu atelier, em Caxias do Sul, mesclando técnicas de pintura com desenho produzindo obras com características pop, minimalistas e realistas amparadas por longas pesquisas de temáticas atuais ou revisitando conceitos.

http://www.rafaeldambros.com.br/

 

João Luiz Roth

Nascido em Santa Maria – RS no ano de 1951, João Luiz Roth é graduado em Desenho e Plástica pela Universidade Federal de Santa Maria. Realizou estudos na Escuella Superior de Bellas Artes de San Fernando  da Universidad Complutense de Madrid. É Doutor em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.  Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal de Santa Maria junto ao Curso de Comunicação Social do Centro de Ciências Sociais e humanas.

 

 

Geraldo Marques


Artista plástico
– 1987 – Salão Paranaense

GERALDO Marques. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa270635/geraldo-marques>. Acesso em: 29 de Jun. 2018. Verbete da Enciclopédia.
ISBN: 978-85-7979-060-7

 

Velcy Soutier

Nascido em Clevelândia, PR, em 1951, radicado em Porto Alegre desde 1972. Cresceu e iniciou a carreira em Passo Fundo. É graduado em Artes Plásticas pela UPF (1986), Especialista em Educação Estética e Arte pelo UNILASALLE (Canoas, 2004) e Mestre em Design pela UFRGS  (Porto Alegre, 2009). Dirigiu a Studio-Escola de Desenho (1988/92). Foi curador do Espaço de Arte FIERGS (1998/2000).
Ateliê em Porto Alegre: Av. Prof. Oscar Pereira, 1220/504   Telefones: (51) 3223-1059 e (51) 9223-4477   E-mail: velcysoutier@gmail.com  Facebook: Velcy Soutier
Verbete no Dicionário de Artes Plásticas no RS, é professor de desenho, pintura e design, com 10 obras publicadas, entre elas, Desenhar é fácil, bonito e necessário, e obra em design gráfico-visual conhecida em 60 países.
Dedica-se também à pintura mural, com obras permanentes em instituições civis e religiosas (Porto Alegre, Novo Hamburgo, Caxias do Sul, Canela, Bento Gonçalves e Ijuí).
Possui obras em acervos particulares no Brasil, Uruguai, Equador, Estados Unidos, Holanda, Espanha, França, Itália e Suíça (maior acervo no exterior).
Recebeu a Comenda Pedro Weingärtner da Câmara Municipal de Porto Alegre, pelo conjunto da obra e contribuição à cultura do Rio Grande do Sul e a Medalha do Mérito Artístico Oscar Bertholdo, da Câmara Municipal de Bento Gonçalves, pela obra de reconstituição muralística do Santuário Santo Antônio e contribuição à educação.

 

Eduardo Vieira da Cunha

(Porto Alegre RS 1956)Fotógrafo, pintor e desenhista.Estuda desenho e linguagem de visão com Pamela Barr, em 1978, e forma-se em artes visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, em 1983. Entre 1978 e 1987 atua como repórter fotográfico do jornal O Globo, na sucursal de Porto Alegre, e nesta função percorre o litoral gaúcho, registrando-o em fotografias. Cinco anos mais tarde, é contemplado com bolsa de estudos da Capes, e cursa o Master of Fine Arts, no Brooklyn College da City University of New York, nos Estados Unidos. Participa de exposições promovidas pela universidade e, em 1989, recebe o prêmio Shaw 89 de apoio à arte, conferido pelos professores de arte da instituição. Regressando ao Brasil, desenvolve uma série de pinturas, frutos de pesquisa sobre mitos e metáforas de uma região específica do Rio Grande do Sul. Em 1992, é nomeado professor titular de fotografia no Instituto de Artes da UFRGS, função que já desempenha como auxiliar desde 1985. Participa do Salão Jovem Arte Sul América, no Margs, Porto Alegre, 1982; do Prêmio Pirelli de Pintura Jovem, no Masp, São Paulo, 1983; da mostras Arte Sul 89 e Arte Gaúcha Contemporânea, no Margs em 1989, e na Casa de Cultura Mário Quintana, em  Porto Alegre, 1991.

 

Lorenço Degani

 

Marta Dischinger

Arquiteta e Designer, Professora Associada no Departamento de Arquitetura e Urbanismo/ UFSC nas áreas de Projeto Arquitetônico, Design e Desenho Universal. Como artista desenvolve trabalhos em gravura, desenhos e pintura em técnica mista
(aquarela, pastel e acrílico) e ilustrações de livros. Como designer trabalha com brinquedos e equipamentos para estimulação e reabilitação de crianças com deficiência.

 

Luciana Marson

 

Günter Weimer

Nasceu em Estrela, Rio Grande do Sul. É diplomado em arquitetura e urbanismo pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, especialista em desenho industrial pela Hochschule für Gestaltung, de Ulm/Donau, Alemanha, mestre em história da cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, doutor em teoria e história da arquitetura pela Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Foi professor titular da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, do Centro de Tecnologia da Universidade do Rio dos Sinos e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica de Rio Grande do Sul. Sua vida acadêmica se centrou no ensino e pesquisa do desenho e da história da arquitetura brasileira. É membro titular do Instituto Histórico e  Geográfico do Rio Grande do Sul e do Instituto Histórico de São Leopoldo e ex-presidente do IAB-RS.

 

Ivan Mizoguchi

 

Jorge Fernandez Chiti

Nasceu em Buenos Aires na década de 40, Estudo na Universidade de Córdoba, foi professora na Universidade de Buenos Aires e palestrou em diferentes países, universidades e centros culturais. Realizou investigações históricas e arqueológicas em vários museus e universidades da Argentina. Proferiu 350 cursos em seu país e 120 no exterior. É criador do Instituto de Ceramologia onde atualmente é professor. Organizou Bienais em colaboração com Universidades.

 

André Venzon

Nasceu em Porto Alegre, 1976. Diplomado Bacharel em Artes Visuais pelo IA/UFRGS (2005) e Especialista em Gestão Cultural pela Universidade de Girona/Espanha – CEU (2011). Graduando de Lincenciatura em Artes Visuais no Instituto de Artes da UFRG
S. Inicia desenho artístico em 1997 com Plínio Benhardt no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS). Em 1995 ingressa no curso de Arquitetura e Urbanismo da UFRGS, do qual pede transferência em 2003 para cursar Artes Visuais no Instituto de Artes da UFRGS. Desde então, dedica-se ao estudo dos conceitos de lugar, identidade e memória na construção poética dos seus trabalhos. Diante de sua forma de olhar e perceber a arte como atributo social, participou da Comissão de Avaliação e Seleção do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre – FUMPROARTE (2002-2006), foi presidente da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa (2006-2010) e vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura do RS (2010-2011). Integrou o Colegiado Nacional de Artes Visuais (2010-2012), é membro dos colegiados estaduais setoriais de museus e artes visuais (RS). Atualmente é diretor do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Participou de diversas exposições.

 

Wilson Cavalcanti – CAVA

Wilson Furtado Cavalcanti (Pelotas RS 1950). Pintor, gravador e desenhista. Conhecido como Cava, desde a juventude cria histórias em quadrinho. Ainda na adolescência, começa a estudar gravura e desenho no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Nesta escola se mantém de 1967 a 1979, tendo como mestres Danúbio Gonçalves, Paulo Peres, Carlos Martins e Marília Rodrigues, entre outros. Entre 1974 e 1978, suas histórias em quadrinhos são publicadas em diversos jornais e revistas estaduais e nacionais, tais como Folha da ManhãPasquimPlaneta etc. Organiza junto com outros artistas um manifesto sobre Arte na Rua, no Ponto de Arte de Porto Alegre. Participa de dois livros de humor: 14 Bis, da Editora Garatuja e Antologia do Humor Gaúcho, da LPM Editora. Tem grande importância no cenário cultural de Porto Alegre, tendo fundado o ateliê de gravura em metal do Museu do Trabalho, em 1988, o Atelier de Litografia Oficina 11, em 1992, o Núcleo de Gravuras do Rio Grande do Sul e a Associação Independente de Artistas (AINDA), em 1997. Neste ano exerce a função de Secretário Substituto da Secretaria de Cultura de Viamão RS.

http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa24784/wilson-cavalcanti

 

Nascido em 15 de fevereiro de 1950, Flávio Scholles estudou Desenho Plástico na PUC de Campinas, SP e na UFRGS em Porto Alegre, RS. Fundou o movimento Arte Casa Velha em Novo Hamburgo, RS, onde criou o Monumento ao Sapateiro. Criou o painel frontal da Via Sacra na Igreja de Três Cachoeiras em Torres, RS. Realizou diversas exposições individuais no Brasil e no exterior.

“Estamos na pré-história do homem no Universo. Assim, o meu trabalho é uma ‘Literatura de Cordel’, com temática sobre o Vale dos Sinos, fazendo uma interferência no planeta Terra, desde 1976, através de uma instalação com milhares de quadros espalhados nas paredes das cavernas contemporâneas – casas e apartamentos – num tentativa de enfeitar a nossa aldeia global e emitir os primeiros sinais para uma comunicação universal através dos quadros que falam.” Flávio Scholles

http://www.fscholles.net/site/artista.php

Fiando Desenhos 19/05/2018 a 07/07/2018

Fios de garatuja disforme-confusa sementes se desenrolam em contínuo vir-a-ser-desenho.

O papel, generosamente, nos aceita inteiros, clama pelos fios de alma que tramam sua materialidade em pigmento. Os desenhos são testemunhos do invisível fio que nos habita.

Anete Schroder

Daisy Viola

Artista plástica

Instrutora de arte no Atelier Livre Xico Stockinger da PMPA

Curadora desta exposição

Palavras sobre a pele 19/05/2018 a 07/07/2018

Vinha linha molde corte recorte casa abrigo

Sua arte como um lugar por onde se passa afazer parte de seu universo.

Consideremos os pontos de seu interesse, para que possamos entender e trazer para o nosso mundo, um pouco das inquietações e questionamentos da artista que transforma o desenho, a escrita, cortes e recortes em tecidos que nos contarão suas histórias e seus desejos.

Contar sua história sobre panos (tecidos brancos que servem para cobrir ou envolver) através da escrita, como representação do pensamento e da palavra por meio de sinais, caracteres adotados  num determinado sistema de representação gráfica, e é a representação da linguagem falada por meio de  signos gráficos que nos transmite um modo pessoal de expressão, cria um estilo, uma marca, como um sinal para se fazer reconhecer numa impressão ou sensação deixada pela experiência de re-conhecimento nosso através da obra apresentada.

Sinal que serve de assinatura.

Daisy Viola

Artista plástica

Instrutora de arte no Atelier Livre Xico Stockinger da PMPA

Curadora desta exposição

 

Pla (e) nos de cor e gesto 19/05/2018 a 07/07/2018

Representação – Gesto – Cor – Liberdade – Expressão

Em outras épocas, observando os desenhos na arte cerâmica e outros utensílios de nossos antepassados, percebemos que o homem exprimia seu pensamento com traços, combinações repetidas e desenhos geométricos, que para ele simbolizava algo. Depois, os artistas foram desenvolvendo o interesse por representar o mundo visível, imitando a natureza, e durante séculos, este sistema foi sendo aperfeiçoado e adotado principalmente na Arte Ocidental. Esculturas, pinturas e gravuras, deviam ser imagens da realidade.

No século XX, por uma série de razões históricas e estéticas, principalmente a partir da descoberta da fotografia, alguns artistas romperam com o passado de arte figurativa, propondo uma nova maneira de representação, com o desejo de uma linguagem de comunicação universal, com autonomia da arte em relação ao mundo exterior. A partir de então, se utiliza das relações formais entre cores, linhas e superfícies, para produzir a realidade da obra. Movimentos desse século passam a conceder valor à subjetividade, admitindo distorções de forma numa arte imaginária, inspirada no instinto, no inconsciente e na intuição.

O jogo entre formas orgânicas, cores, linhas, volumes e materialidades transformam manchas de cor, linhas e matérias, em ideais e simbolismos subjetivos, valorizando assim, a liberdade criadora que possibilita uma expressão subjetiva e ilógica nas artes, pesquisa estética e de renovação das formas de expressão.

A Galeria Duque mostra nesta exposição, um recorte de seu acervo que exemplifica, principalmente em obras de artistas brasileiros, esta evolução criadora na arte do século XX.

 

Daisy Viola

Artista plástica

Instrutora de arte no Atelier Livre Xico Stockinger da PMPA

Curadora desta exposição

Curso de História da Arte com a pesquisadora e artista visual Mônica Sofia.

Dia 23/06 das 13h30min às 16h30min

Hibridismo na Arte 

A inter-relação entre as diferentes linguagens da arte

 

Dia 14/07 das 13h30min às 16h30min

História da Fotografia

 

Sábado dia 09/06/2018, a Galeria Duque foi palco para o segundo desfile da artista Rosane Morais, Arte Vestível no Tapete 2.

Marcelo Spolaor

Marcelo Maciel Spolaor, Porto Alegre/RS (1948). FORMAÇÃO: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Unisinos, São Leopoldo/RS (1980). Curso de Pós-graduação em Paisagismo, Pontifícia Universidade Católica, Porto Alegre/RS (2009,2010). EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS: Tribunal Regional Federal, Espaço de Arte, Porto Alegre/RS (2013); Galeria de arte Paulo Capelari, Porto Alegre/RS (2013); Uruguayas Memorial RS, Porto Alegre/2016; EXPOSIÇÔES COLETIVAS: Talentos da Maturidade, Banco Santander, Porto Alegre/RS (2011 e 2013); 75 Anos é Dez: II Mostra de Arte 10×10, Espaço de Arte Chico Lisboa, Porto Alegre/RS (2014); Exposição Cultura e Cotidiano, ExpoEspaço de Arte Chico Lisboa, Porto Alegre/RS (2014); Vigésimo Intercâmbio Internacional de Miniarte Ideal, Espaço Cultural Galeria Duque, Porto Alegre/RS (2014); 20×20 e outros formatos Chico Lisboa 9 anos; III Mostra de Arte em Pequenos Formatos, Marcadores da Arte, Chico Lisboa, Porto Alegre/RS (2015); Exposições Virtuais, Espaço Cultural Chico Lisboa, Porto Alegre/RS (2015); Vigésimo Quarto e Vigésimo Quinto Intercâmbio Internacional de Miniarte Moda/Fashion, Porto Alegre/RS (2015); I Bienal C, Chico Lisboa, Exposição: Coletâneas Artísticas, Porto Alegre/RS (2015); IV Mostra de Arte em pequenos formatos. In Box. Espaço de Arte Chico Lisboa, Porto Alegre/RS (2016); XXxXX3 e outros formatos, Chico Lisboa, Galeria de Arte Mamute, Porto Alegre RS (2016); Intercambio de Miniarte Fantasia, Centro Municipal de Cultura, Gramado/RS e Gravura Galeria de Arte, Porto Alegre/RS, (2017); O Desenho da Memória, Espaço de arte do IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil), Porto Alegre RS (2017); 31 Intercâmbio Internacional de Miniarte Ilusão e Fiesta Paz Brasil Centro Municipal de Cultura, Gramado/RS e Gravura Galeria de Arte, Porto Alegre/RS ,(2018); Percursos Urbanos, Galeria Duque, Espaço Cultural, Porto Alegre/RS (2018);

 

Pla (e) nos de cor e gesto

Representação – Gesto – Cor – Liberdade – Expressão

 

Em outras épocas, observando os desenhos na arte cerâmica e outros utensílios de nossos antepassados, percebemos que o homem exprimia seu pensamento com traços, combinações repetidas e desenhos geométricos, que para ele simbolizava algo. Depois, os artistas foram desenvolvendo o interesse por representar o mundo visível, imitando a natureza, e durante séculos, este sistema foi sendo aperfeiçoado e adotado principalmente na Arte Ocidental. Esculturas, pinturas e gravuras, deviam ser imagens da realidade.

No século XX, por uma série de razões históricas e estéticas, principalmente a partir da descoberta da fotografia, alguns artistas romperam com o passado de arte figurativa, propondo uma nova maneira de representação, com o desejo de uma linguagem de comunicação universal, com autonomia da arte em relação ao mundo exterior. A partir de então, se utiliza das relações formais entre cores, linhas e superfícies, para produzir a realidade da obra. Movimentos desse século passam a conceder valor à subjetividade, admitindo distorções de forma numa arte imaginária, inspirada no instinto, no inconsciente e na intuição.

O jogo entre formas orgânicas, cores, linhas, volumes e materialidades transformam manchas de cor, linhas e matérias, em ideais e simbolismos subjetivos, valorizando assim, a liberdade criadora que possibilita uma expressão subjetiva e ilógica nas artes, pesquisa estética e de renovação das formas de expressão.

A Galeria Duque mostra nesta exposição, um recorte de seu acervo que exemplifica, principalmente em obras de artistas brasileiros, esta evolução criadora na arte do século XX.

 

Daisy Viola

Artista plástica

Instrutora de arte no Atelier Livre Xico Stockinger da PMPA

Curadora desta exposição

 

convite maio 3

As exposições têm início no dia 19/05/2018 e ficam na galeria até o dia 07/07/2018.

Venha nos visitar!

Nosso horário de atendimento é de segunda a sexta-feira das 10h às 18h30min e aos sábados das 10h às 17h

No dia 18/04/2018 tivemos o prazer de receber os alunos do Projeto Pescar do Ministério Público do Trabalho para vista guiada.

O Projeto Pescar tem como missão promover oportunidades de desenvolvimento pessoal, cidadania e iniciação profissional para jovens,

por meio de parcerias com empresas e organizações.

Miguel Castro Leñero nasceu na cidade do México em 1956. Estudou pintura na Esmeralda, depois entrou na oficina de gravura do Centro de Pesquisa e Experimentação Plástica INBA.

Em 1980 ele realizou sua primeira exposição individual na Casa da Cultura de Oaxaca. Um ano depois, ele recebeu o prêmio pela aquisição do Salão Nacional de Belas Artes da Bienal de Seção Gráfica. Em 1982, ele apresentou a exposição individual The Breath of the Night no Carrillo Gil Museum. Nesse mesmo ano, recebeu o prêmio pela aquisição da Primeira Bienal de Pinturas Rufino Tamayo, em Oaxaca, e o primeiro prêmio de aquisição no II Encuentro de Arte Joven, em Aguascalientes. Em 1986 o Museu de Arte Moderna organiza a exposição individual Paisagem dividida . Em 1992 participou da exposição Mexico Today na Casa de América em Madri, ano em que recebeu o prêmio de aquisição na Eco Art International no Rio de Janeiro, Brasil.

Para ele, a pintura é uma vivência cotidiana, da qual compartilha com mais três irmãos , todos pintores. Em 1975, frequenta a Escola La Esmeralda, que abandona um ano depois para organizar o seu próprio ateliê. Mais tarde ingressa no Ateliê de Gravura do Centro de Investigação e Experimentação Plástica do Instituto Nacional de Belas Artes, continuando também sua educação autodidata.

Curso com início no dia 09/04/2018, com aprendizado de técnicas e métodos de ensino utilizados na Central Saint Martins, universidade mais tradicional do mundo da moda.

Os alunos matriculados estão adorando o curso.

O curso ocorre toda segunda e sexta-feira de 09/04/2018 a 27/04/2018, das 14h às 17h.

Após seus estudos secundários, transfere-se para Vancouver para trabalhar e frequentar a Escola de Arte. Posteriormente, trabalha na Inglaterra para uma exposição individual de desenhos, retornando em seguida para o Canadá. No começo dos anos 60, passa um ano viajando pelo mundo, cuja experiência incorpora ao seu trabalho. Segundo confessa, tem profunda afeição pelo desenho e fascinação pela caligrafia. Vive e trabalha no Canadá.

Inicia estudos de Arquitetura na Rhode Island School of Design, EUA. Porém, em 1957, transfere-se para a Escola de Pintura. Com bolsa de estudo, frequenta, em 1959, a Cummington Art School, Massachusetts, EUA. Em 1965, recebe o título de master of Fine Art da Yale University School and Architecture, de New Haven, Connecticut. Desde 1977, participa de exposições coletivas, não só no seu país como também no estrangeiro. Em 1963, faz sua primeira mostra individual em Bogotá. É detentor de doze importantes premiações em desenho e pintura, em bienais e salões de arte. Vive e trabalha em Bogotá.

 

 

Vindo com a família para o Brasil, em 1931, primeiro vive no Amazonas,  e depois em São Paulo e Rio de Janeiro. Nesta última cidade, recebe orientações dos pintores Takaoka e Kaminagai. Viaja para a Europa em 1953, onde estuda cerâmica, Gravura e Litografia. Premiado com a medalha de Bronze no Salão Nacional de Arte Moderna do Rio (1948), faz sua primeira individual no saguão da Escola Nacional de Belas Artes (1950). Com várias exposições e premiações no Brasil e no exterior, conquista, entre outros, o 2º Prêmio de Arte Contemporânea Christian Dior, no Rio (1986) e o Grande Prêmio Itamaraty na Bienal Internacional de São Paulo (1989). A condição humana é o enfoque de sua pintura, entre a figura e a abstração expressionista. Vive e trabalha ora em Paris ora no Rio de Janeiro.

 

Nos sentimos honrados em poder sediar um curso como esse, curso de Historia da Arte: Conceitos de Vazio/MA, promovido pela Escola KrapoK, com quem temos uma ótima parceria.
Agradecemos a professora, aos alunos e como espaço cultural incentivamos sempre estas praticas

 

Aprenda as técnicas e métodos de ensino utilizados na Central Saint Martins, considerada universidade mais tradicional de Moda do mundo.
 
Tenha acesso aos melhores Portfólios do Graduate Diploma e MA Fashion Design da CSM. Iremos investigar de forma analítica Portfólios de alunos que trabalham para casas como Alexander Mcqueen, Martin Margiela e Céline.
 
HOW GOOD DO YOU WANT TO BE?
 
O curso tem como objetivo promover uma imersão no processo de Pesquisa e Desenvolvimento de idéias utilizados na Central Saint Martins e proporcionar aos alunos uma experiência de como é o ensino de moda no UK.
 
Você iniciará um projeto de Moda com foco na parte de Pesquisa e Desenvolvimento de idéias da mesma forma que os projetos são direcionados na CSM.
 
DATAS:
– Abril (do dia 9 ao dia 27, todas segundas e sextas)
das 14 às 17 horas na Galeria Espaço Cultural Duque
das 19 às 22 horas na Casa Veloso
 
-Maio (do dia 7 ao dia 24, todas segundas e quintas)
das 14 às 17 horas na Galeria Espaço Cultural Duque
das 19 às 22 horas na Casa Veloso
 
Acesse http://caiomascarello.com/portfolio-experience ou mande um e-mail para portfexperience@gmail.com que enviaremos mais informações.
 
Apure seu lado criativo, crítico e a sua identidade enquanto criador!

História da Arte: Conceito de Vazio/MA
Curso que acontecerá aqui na Galeria no dia 24/03 iniciando as 13h e 30min, promovido pela Escola de Arte KRAPOK.
Para mais informações e inscrições entrar em contato pelos fones: 981206707 – 32122869 ou pelo e-mail: krapok@krapok.com.br

 

Arte e História

Obra de arte, independente do contexto onde se origina, reflete o homem e sua época, permanecendo viva e podendo ser interpretada por outras gerações, ainda que de outra maneira e com outro propósito. A arte é um espelho que reflete a realidade e os sonhos da humanidade registrados pelo artista através de seu trabalho. Serve como testemunha de uma época ajudando o homem a conhecer-se melhor, independente da linguagem escolhida e usada pelo artista. É um importante papel de comunicação com o mundo, e depois de revelada, seu impacto é profundo, permanecendo no tempo e tornando-se referência para futuras gerações.

A Galeria Duque foi criada a partir de seu acervo, que é composto por obras de artistas fundamentais na arte brasileira do séc. XX.

Para iniciar nosso calendário de 2018, optamos por mostrar uma parte importante desta coleção. Com pinturas, desenhos, gravuras e esculturas, contaremos um pouco da história do nosso país.

Daisy Viola – curadora

Gonçalo Ivo (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1958). Artista plástico, arquiteto. Filho do jornalista e poeta Lêdo Ivo (1924-2012) e da professora Maria Leda Sarmento de Medeiros Ivo (1923-2004), é influenciado pela circulação dos pais em ambientes culturais. Além de conhecer escritores, frequenta desde criança ateliês de artistas plásticos, como Iberê Camargo (1914-1994). Adolescente, matricula-se em aulas de pintura e de desenho no Museu de Arte Moderna no Rio de Janeiro (MAM/RJ). As aulas são ministradas pelos artistas Aluísio Carvão (1920-2001) e Campos Mello (1932), que lhe apresentam o que há de mais notável na produção corrente nas artes visuais.

Convite Fevereiro baixa

A GALERIA DUQUE comunica férias coletivas no período de 24/12/2017 até 01/01/2018, retornando às atividades normais no dia 02/01.

 

Abstract christmas tree

 

Carlos Alberto Petrucci (Pelotas RS 1919 – Porto Alegre RS 2012)

Pintor, desenhista e cenógrafo.

Estuda desenho com o pintor Adail Bento Costa no Conservatório de Pelotas entre 1935 e 1936. Cinco anos depois, passa a integrar a Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa, da qual é eleito presidente em 1953. Entre os anos de 1948 e 1959, realiza cenários para várias peças no Teatro do Estudante. Também é membro do Clube de Gravura de Porto Alegre e Bagé, participando do primeiro álbum editado pelo clube que recebe o Prêmio Pablo Picasso da Paz. Em 1958, participa da comissão julgadora dos exames do curso de arte dramática da Faculdade de Filosofia da UFRGS. Na década de 60, faz o curso Teoria da Informação e Comunicação de Massas, com Décio Pignatari.

Quem se dispõe a contemplar com atenção verdadeira a pintura de Petrucci logo se dá conta de que o prazer de acompanhar o artista através das minúscias do objeto, se transforma aos poucos num esforço apaixonado e nostálgico de fixar algo que não está nos objetos. É talvez essa dura luz do meio dia, que imobiliza as coisas na sua sombra projetada quase geométrica… é talvez a falta de qualquer presença humana, quase se poderia dizer viva, não fosse a vegetação… é talvez ainda o silêncio indiferente que situa cada coisa no seu espaço, dando esse caráter de presença imperturbável, o que, de repente, se torna dominante. A gratificadora imagem de eternidade das coisas e da ordem muda, então, numa presentificação do tempo e a memória estremece. (…) Tanto faz, portanto, que os temas das pinturas de Petrucci refiram realidades históricas ou cotidianas. Sua importância, de uma ou de outra forma, se banaliza diante da reflexão profunda e sintetizadora sobre a temporalidade que faz seu cerne. O tempo é, com efeito, o ´personagem´ central da atual pintura desse artista.

 

Victor Brecheret nasceu na cidade de Farnese (Itália) em 22 de fevereiro de 1894.  Morreu em São Paulo (Brasil) em 17 de dezembro de 1955.  Foi um importante escultor ítalo-brasileiro do século XX. É considerado um dos principais representantes da Arte Moderna no Brasil. Teve importante participação, expondo esculturas, na Semana de Arte Moderna de 1922. Grande parte de suas esculturas está exposta em locais públicos, principalmente na cidade de São Paulo. O Monumento às Bandeiras, exposta no Parque do Ibirapuera (zona sul de São Paulo), é uma de suas obras de arte mais conhecidas. Durante sua vida artística ganhou vários prêmios nacionais e internacionais de arte, comprovando seu grande talento artístico.

Biografia resumida

– Em 1912, entra para o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo para estudar desenho e modelagem.

  • Em 1913, vai para Roma estudar escultura.

– Em 1915, monta um ateliê em Roma.

– Em 1916, fica em primeiro lugar na Exposição de Belas-Artes em Roma, com a obra Despertar.

– Retorna ao Brasil em 1919 e monta seu ateliê em São Paulo.

– Em 1920, faz a maquete de uma de suas principais obras modernistas: Monumento às Bandeiras (inaugurada em 1953 no Parque do Ibirapuera).

– Vinte esculturas de sua autoria fazem parte da Semana de Arte Moderna de 1922, sendo expostas no Teatro Municipal de São Paulo.

– Em 1926, é realizada sua primeira exposição individual, na cidade de São Paulo.

– Em 1941, torna-se o vencedor no concurso para o “Monumento ao Duque de Caxias”.

– Em 1950, expõe na 25ª Exposição de Artes de Veneza.

– Em 1951, expõe na 1ª Bienal Internacional de São Paulo.

– Em 1950, expõe na 26ª Exposição de Artes de Veneza.

– Em 25 de janeiro 1953 (aniversário de São Paulo), inaugura sua importante obra “Monumento às Bandeiras”.

– Em 1955, expõe na 3ª Bienal Internacional de São Paulo.

 

Diante do espelho  –   24/11/2017 à 20/01/2018

È o titulo da exposição de Eduardo Vieira da Cunha na Galeria Duque Espaço Cultural. A mostra é composta de pinturas e desenhos, e representa a produção recente do artista. Trata-se do resultado de uma pesquisa plástica onde o imaginário do espelho aparece como uma procura pelo mistério da imagem. Os trabalhos se referem a um espaço labiríntico do sonho, e seguem a mesma linguagem pictórica desenvolvida paralelamente à produção teórica de Eduardo, que é também professor do Instituto de Artes da UFRGS: os meios de transporte, as viagens, e os reflexos na paisagem e na imaginação.

A exposição marca também o memorial das atividades como professor, no período de 1985 a 2017, nas disciplinas de pintura e fotografia. As referências entre estas duas linguagens são traduzidas nas obras que compõem a exposição como uma troca de influências, onde a fotografia representa um registro de algo que se perdeu. E a pintura representa a recuperação destas perdas, através de uma construção lenta, destes instantes temporais que escapam de nossa percepção. A pintura transforma-se, assim, em um espelho, com uma memória conceitual e subjetiva.

 

Eduardo Vieira da Cunha – artista plástico

 

 

Prazer em Re conhecer  –  de 24/11/2017 à 20/01/2018

É papel da curadoria escolher os artistas com suas respectivas obras e distribuí-las pela galeria, determinando que obras serão expostas e de que maneira.

Nesta exposição, de aniversário da galeria Duque, a última de 2017, proponho um recorte composto por uma seleção de obras que compõem o acervo da galeria e que associadas podem até  trazer à tona outras ideias que, para muitos, podem parecer  irrelevantes. Criamos assim um conjunto que se constitui em uma proposta de diálogo entre o público e o que marca um determinado aqui e agora.

Podemos dizer, então, que esta curadoria resulta em quase uma nova obra em si, expressão da nossa própria visão de mundo, que, deste modo estimula a reflexão do público, apontando caminhos e colocando novas questões.

Abre-se para um público mais amplo do que aquele que frequenta normalmente o espaço tradicional de uma galeria, a possibilidade de se (re) encontrar com obras de grandes mestres da historia da arte brasileira, e com o trabalho de artistas atuantes no cenário cultural da cidade e do país.

 

 

 

Daisy Viola

Artista plástica

Instrutora de arte no Atelier Livre PMPA

Curadora desta exposição

 

 

Queremos agradecer as professoras Lizane, Aline, Clarissa, Flaviane, Circe e Mirian, aos alunos dos nonos anos e primeiro ano do Colégio Ulbra São Pedro de Cachoeira do Sul- RS pela visita, por ensinar e buscar arte, pelo interesse a cultura e pela escolha do nosso espaço. Serão sempre bem vindos. Nós como espaço cultural apoiamos e compartilhamos este tipo de iniciativa.

Sérgio Martinolli (Trieste Itália 1938). Pintor. Passa a infância e adolescência em Veneza, Itália, onde se forma oficial da Marinha e cursa a Accademia di Belle Arti di Venezia. Em 1965 passa a dedicar-se totalmente à pintura e muda-se para Nova York, onde trabalha como retratista, pintando figuras da alta burguesia americana, nobres e artistas. Em sua estada em Nova York tem contato com Salvador Dalí (1904 – 1989), este encontro o estimula e marca o desenrolar de sua carreira. Em 1971, volta a Itália e viaja para Bréscia e Ravena, onde dedica-se à pesquisa e à restauração de grandes afrescos da arte bizantina, sob a direção do Padre Renato Laffranchi.

 

Desde criança gostava de construir no chão cidades e jardins com folhinhas, flores e pós coloridos, desenhar plantas e paisagens imaginárias, recortar figuras, animaizinhos – a tesoura definindo as voltas e cortes e descobrindo as formas. Dentre as muitas coisas que fiz e faço, algumas surgem a partir de uma necessidade de buscar soluções para um problema, onde a partir de espaços, formas, objetos, ações, leituras algum tipo de mudança pode ocorrer.  Já outras surgem quase que sozinhas, sem motivo aparente, criando no momento do fazer distância e proximidade apenas ao que está materialmente presente – cores, tintas, linhas, papel, plástico, contas, instrumentos – e aos gestos prazerosamente repetidos que geram por si só formas, figuras, sentimentos e significados.

Alguns desenhos presentes nos livrinhos são frutos de preocupações e angústias, outros são puras brincadeiras ou histórias para crianças, outros ainda estratégias para enfrentar reuniões de trabalho. Já as xilogravuras nascem do traçar com instrumentos de corte linhas finas na madeira e principalmente no plástico, e de recortar formas para compor montagens numa matriz.   As serigrafias, quase todas foram feitas a partir de recortes em lâminas de radiografia montadas depois para criar imagens, com exceção do “visitante” feito a partir de uma aquarela.

As pequenas jóias e móbiles de acrílico tem duas origens: minha antiga paixão por contas de vidro e coisas pequeninas e por colecionar, montar e desmontar meus colares – até o dia em que pela primeira vez pensei em desenhar minhas próprias peças. A outra origem vem do trabalhar com o material acrílico que utilizamos, eu e Ivan de Sá, para fazer as figuras que se movem em luminárias criadas para aliviar stress de crianças em ambulatório de um hospital de São Paulo.  Já os móbiles em PVC foram o primeiro trabalho conjunto com Ivan de Sá, eu com o saber de meus brinquedos de soprar, e Ivan com a vontade e o saber construir.

Marta Dischinger
A exposição ” O Visitante” reúne uma produção de obras, que abrangem diversas técnicas: gravuras, desenhos e objetos. Marta Dischinger cria uma relação afetiva com a Paisagem compreendidas através de memórias e redescobertas em seus territórios como lugares de arte.
Nestes percursos, plantas, águas, animais, rochas, etc, são incorporados às fantasias e convidam às diversas reinterpretações.

Ester Meyer – curadora

Em Itinerário de um desejo, ROTH faz uma leitura plástica do poema épico Os Lusíadas (1572), no qual o poeta português Luis Vaz de Camões narra, em dez cantos, a saga do povo português de conquista das tecnologias das navegações e da descoberta do caminho para as Índias pela esquadra de Vasco da Gama, criando um cenário histórico de glórias. Ao tomar por referência o conceito das iluminuras medievais, ROTH cria uma poética visual própria d’Os Lusíadas, em textos de técnica mista (bico de pena e aquarela), que semiotizam o desejo de Camões e do povo lusitano por feitos de bravura. Utiliza-se de figuras de linguagem não verbal como a metonímia (os pés como a mulher desejada) e a metáfora (a mão como despedida) para construir a proposição de Camões que defende a expansão católica e se opõe às armadilhas criadas por Baco, o deus mitológico romano, pela inveja que sente do heroísmo de seu filho Luso, fundador do império lusitano. ROTH emprega signos religiosos, mitológicos, náuticos, antigos e contemporâneos, para traçar o itinerário desses desejos e atualizar essa narrativa em uma linguagem plástica contemporânea.

Désirée Motta Roth – curadora

Elisa Tesseler

Elisa Tesseler, nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 1957. Graduada em Letras pela PUC/RS (1979). Pós-Graduada em Teoria Literária, PUCRS (1987). Formação em Arteterapia a nível de Pós Graduação, Instituto da Família de Porto Alegre (INFAPA) e Instituto Sedes Sapiens, São Paulo, 2002.
Pós-Graduada em Poéticas Visuais: ensino de artes pela FEEVALE (2008).
Suas vivências nas artes visuais iniciaram- se aos 8 anos, no Centro de Desenvolvimento da Expressão (CDE), se desenvolveram nas aulas do Ateliê Livre Xico Stockinger Prefeitura Municipal de Porto Alegre, RS, com artistas como Vera Wildner, Ana Flávia Baldisseroto, Daisy Viola. Frequentou por 5 anos o Torreão com a orientação do artista, Jailton Moreira.
Como arteterapeuta desenvolve frequentemente oficinas, palestras e publicações.
Como artista participou de 12 exposições coletivas, 2 individuais, tendo 3 premiações.
Desde 2000, vem trabalhando com diferentes fios, bordando tecidos com cobre ou envolvendo estruturas de ferro e fazendo tramas no interior destas. Atualmente, cria joias com fios de prata entrelaçados e colares de parede com fios de metal galvanizados e cobre.
Suas peças são esculturas que surgem a partir de um fazer emocionado, intuitivo.

 

 

A Vernissage das exposições “Itinerário do Desejo” e ” O Visitante” foi um SUCESSO!!!!!
Gostaríamos de agradecer imensamente a todos que nos prestigiaram no sábado 21/10/2017.
Agradecemos em especial aos artistas convidados João Luiz Roth, sua curadora Désirée Motta Roth, Marta Dischinger e sua curadora Ester Meyer.

| EDUCANDO COM ARTE | 29 e 30 de Setembro de 2017
A Galeria Duque como espaço Cultural se sente honrada em poder sediar esse evento.
Agradecemos a todos as professoras e arte pedagogas que vieram de Xangrilá, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Capão da Canoas, Guaíba, Canoas, Gravataí, Cachoeirinha e Porto Alegre para participar desse maravilhoso curso e lançamento do volume 08 do Manual para EDUCADORES patrocinado pela Acrilex.
O curso foi com a Arte Pedagoga Glória Tommasi uma das autoras do Manual de são Paulo..
Agradecemos a professora Glória Tommasi e a Tatiana que viram especialmente fazer esse evento.

Neste mês de Setembro,  a Acrilex estará proporcionando inteiramente grátis,  um curso para professores de educação infantil, fundamental I, artes e coordenadores.

O curso acontece na Galeria Espaço Cultural Duque, nos dias 29/09/2017, das 18h e 30m às 21h e 30m, e no dia 30/09/2017, das 9h às 12h.

Mais informações e inscrições através dos telefones (51) 3221 6704 e 3237 1544, ou pelo telefone que consta no folder em anexo.

Neste mês de Setembro,  a Acrilex estará proporcionando inteiramente grátis,  um curso para professores de educação infantil, fundamental I, artes e coordenadores.

O curso acontece na Galeria Espaço Cultural Duque, nos dias 29/09/2017, das 18h e 30m às 21h e 30m, e no dia 30/09/2017, das 9h às 12h.

Mais informações e inscrições através dos telefones (51) 3221 6704 e 3237 1544, ou pelo telefone que consta no folder em anexo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcos Tabbal

Estruturada por áreas de cores e desenhos da imaginação, esta série traz uma visão ímpar das planícies litorâneas e de seus elementos. Com o destaque da casinha de salva vidas, o único objeto vermelho e vertical, em um ambiente horizontalizado, pacato e monocromático. Sendo assim, um importante elemento de ligação entre os quadros da série zona litorânea. Ela representa um resgate das memórias da infância  que se misturam com a realidade e com a pesquisa de campo recente do artista, criando obras lúdicas.

 

Velcy Soutier – “Alma de pássaro” – 50 anos de pintura

Esta exposição inicia as comemorações do cinquentenário de pintura do artista. Com a curadoria de Susan Felix, o espaço está organizado em quatro seções temáticas, apresentando um recorte da carreira de Soutier, cujas obras integram acervos particulares e oficiais em diversos países, além do Brasil, como a França, a Holanda, a Itália, a Suíça (mais de 100 obras), a Espanha (acervo da Casa do Brasil- Madri), os EUA, o Canadá, o Equador e o Uruguai.

Seção 1- Musas: contribuição poética da mitologia, são musicantes atemporais e inspiradoras; elas representam as fantasias e os sonhos, materializados na pintura;

Seção 2- Encontros:  homenagem aos mestres que influenciaram a carreira do artista, do Renascimento à contemporaneidade. Cada obra traz um momento particular da História da Arte, recontextualizado, sob o olhar de um pássaro “pós-moderno”;

Seção 3- Liberdade: um passeio por diferentes escolas, revisitando Escher, dialogando com a Art Nouveau e expressando-se através de composições com pássaros que celebram a vida;

Seção 4- Horizontes: o reencontro do artista com suas origens, na paisagem tranquila que renova as energias para alçar novos voos.

 

ELISA TESSELER –  “Entrelaçados pelo tempo” – Colares de parede –

Esta exposição celebra a passagem do tempo, a liberdade de criação artística e os 60 anos de uma existência envolvida com a arte, sempre desejando tê-la mais perto, mais presente.

Neste novo tempo que se inicia em minha vida, minha expressão criadora quer ser rebelde, original, mas, também, reinventar trabalhos que foram importantes e retomar materiais artísticos, trazendo-os para o aqui agora; como a homenagear o decorrer do tempo.

A proposta é, então, transportar um colar de seu lugar usual, para colocá-lo na parede, no limite, na divisória.

Com meus colares de parede desejo embelezar esses limites, transformá-los, estabelecer um diálogo construtivo com o “diferente” e até causar um estranhamento – por que não?!

Celebro aqui um tempo de assumir limites, encarar de frente algumas “divisórias”, mas buscando transitar de forma inventiva entre elas.

 

 

 

 

 

  ” Cores e alegrias ”  de   13/09  à   14/10

 

Na reconfiguração da relação entre a produção, ou seja, a obra de arte e o espectador há uma nova tendência nas instituições artísticas, nos museus, que começa a transformar o seu papel na arte moderna e contemporânea.

Somos um modelo de galeria de arte que apresenta uma exposição que reúne obras de seu acervo, de artistas consagrados ao longo da segunda metade do século 20 ao lado de artistas convidados. São artistas contemporâneos com propostas consolidadas que se abrem para o mercado da cultura.

Em ‘Cores e alegrias’ recebemos dois artistas em festa!

Velcy Soutier inicia a comemoração de seus 50 anos de atividade artística, com suas pinturas que privilegiam a cor e a liberdade na forma, que passeia entre o abstrato e um jardim com flores e pássaros.

Elisa Tesseler comemora conosco seu aniversário de sessenta anos de vida. Seu trabalho resulta de uma longa pesquisa com fios de metal, tira o desenho do plano bidimensional e valoriza a sua condição de mulher contemporânea, pois coloca seus colares de fio e pedras como objetos na parede.

Nossa participação está em sintonia com nossos convidados, apresentamos aqui, obras ‘felizes’, coloridas, com flores e formas que ‘dançam’ no espaço.

Nesta participação no sistema das artes, do que se espera de um espaço de  arte,  esta exposição se abre para um público mais amplo, redesenha a narrativa da arte em POA.

Daisy Viola

Artista plástica

Instrutora de arte no Atelier Livre Xico Stockinger da PMPA

 

 

convite cores e alegrias

 

 

 

Velcy Soutier – Nascido em Clevelândia, PR, em 1951, radicado em Porto Alegre desde 1972. Cresceu e iniciou a carreira em Passo Fundo. É graduado em Artes Plásticas pela UPF (1986), Especialista em Educação Estética e Arte pelo UNILASALLE (Canoas, 2004) e Mestre em Design pela UFRGS  (Porto Alegre, 2009). Dirigiu a Studio-Escola de Desenho (1988/92). Foi curador do Espaço de Arte FIERGS (1998/2000).

Ateliê em Porto Alegre: Av. Prof. Oscar Pereira, 1220/504   Telefones: (51) 3223-1059 e (51) 9223-4477   E-mail: velcysoutier@gmail.com  Facebook: Velcy Soutier

 

Verbete no Dicionário de Artes Plásticas no RS, é professor de desenho, pintura e design, com 10 obras publicadas, entre elas, Desenhar é fácil, bonito e necessário, e obra em design gráfico-visual conhecida em 60 países.

Dedica-se também à pintura mural, com obras permanentes em instituições civis e religiosas (Porto Alegre, Novo Hamburgo, Caxias do Sul, Canela, Bento Gonçalves e Ijuí).

Possui obras em acervos particulares no Brasil, Uruguai, Equador, Estados Unidos, Holanda, Espanha, França, Itália e Suíça (maior acervo no exterior).

Recebeu a Comenda Pedro Weingärtner da Câmara Municipal de Porto Alegre, pelo conjunto da obra e contribuição à cultura do Rio Grande do Sul e a Medalha do Mérito Artístico Oscar Bertholdo, da Câmara Municipal de Bento Gonçalves, pela obra de reconstituição muralística do Santuário Santo Antônio e contribuição à educação.

 

Obras permanentes/acervos oficiais no Brasil:

– Retrato de Barbara Maix – Convento Irmãs do Sagrado Coração de Maria – P. Alegre, RS

– Conjunto de paineis murais temáticos da Capela Zanatta – Ijuí, RS ;

– Monumento à Imigração suíço-valesana no RS – Carlos Barbosa, RS;

– Acervo da Casa Memória Clemente Raimundo Sauthier/Museu da Imigração suíço-

valesana no RS – Carlos Barbosa, RS;

– Museu Ruth Schneider – Passo Fundo, RS;

– Mural “Anjos Musicantes”- teto do presbitério da Igreja Senhor Bom Jesus (40m²) – P.

Alegre, RS;

– Políptico “Apocalipse”- acervo/hall Irmã Fátima Giron – Canela, RS;

– Murais “Sermão de Limoges”(40m², coro) e “Glorificação de Santo Antônio (20m²,

abóboda do presbitério) – Santuário Santo Antônio – Bento Gonçalves, RS;

– Acervos Municipais/Pinacotecas no Rio Grande do Sul:

Santana do Livramento, Bagé, Uruguaiana, Santa Maria, Rio Grande, Santa Cruz do Sul,

Novo Hamburgo, Nova Petrópolis, Gramado, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Guaporé,

Espumoso, Frederico Westphalen;

– Acervo Municipal de Tubarão, SC

 

Obras permanentes/acervos oficiais no exterior:

– Acervo da Casa do Brasil – Madri, Espanha;

– Acervo da Comunne de Charrat, Valais, Suíça;

– Acervo da Comunne de Fully, Valais, Suíça;

– Acervo da Paroisse de Notre Dame des Champs – Martigny, Valais, Suíça;

– Acervo da Association Valaisans du Monde – Martigny, Valais, Suíça;

-Acervo da Comunne de Saxon – Saxon, Valais, Suíça

 

 

Exposições individuais:

1968 – Espaço II EFRICA – P. Fundo

1970 – Espaço Turis Hotel – P. Fundo

1971 – Galeria Edelweiss – P. Alegre

1979 – Espaço Prédio Histórico dos Correios – P. Alegre

1983 – Espaço Bar IAB – P. Alegre

1986 – Espaço Prédio Histórico dos Correios – P. Alegre

1991 – Espaço Studio-Escola de Desenho – P. Alegre

1995 – Espaço Caveau et Vinothèque de Vison – Charrat, VS, Suíça

1997 – Galeria Alencastro Guimarães – P. Alegre

1998 – Galeria da Casa de Cultura de Rio Grande – R. Grande

– Espaço Café Majestic – Casa de Cultura Mario Quintana – P. Alegre

– White Gallery – P. Alegre

1999 – Salle Bâtiment Socio-Culturel – Fully, VS, Suíça

– Espaço Clube Jangadeiros – P. Alegre

– Galeria Alencastro Guimarães – P. Alegre

2000 – White Gallery – P. Alegre

2001 – Galeria Alencastro Guimarães – P. Alegre

– White Gallery/CCCMD – P. Alegre

2003 – Galeria Alencastro Guimarães – P. Alegre

2005 – Galeria da Casa de Cultura de Rio Grande – R. Grande

– White Gallery/CCMD – P. Alegre

2006 – Expobento/Espaço Prima Sala D’Arte – B. Gonçalves

2008 – Salle Notre Dame des Champs – Martigny, VS, Suíça

2009 – Galeria da Casa de Cultura de Santa Cruz – Sta. Cruz

2010 – Gravura Galeria de Arte – P. Alegre

2012 – Nieto Galeria de Arte – P. Alegre – “Alma de Pássaro”

2014 – Paulo Capelari Galeria – P. Alegre – “Alma de Passaro II”

2015 – Salle St-Félix – Saxon, VS, Suíça

2016 – Galeria Saron – P. Alegre

 

Exposições Coletivas:

1972 – Galeria Pancetti – P. Alegre

1986 – Espaço do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore – P. Alegre

1991 – Espaço Anciènne Salle de Gym – Charrat, VS, Suíça

1997 – Espaço Pinacoteca da Aplub – P. Alegre

– Galeria Delphus – P. Alegre

– IX Salão de Inverno Internacional de Artes Plásticas de Santana do Livramento – S.

do Livramento

1998 – “Panorama da Arte Contemporânea Brasileira”: Berlim – Alemanha

1999 – Projeto Enartes: Espacio Miró – P. Alegre, N. Hamburgo, Bagé

1998/2000 – “Bienal Panche Be de Pintura e Tapeçaria”: P. Alegre, Caxias do Sul,

  1. Fundo – Brasil; Betanzos – Espanha: 1° Prêmio internacional

1998/2000 – Projeto Enartes: Casas de Cultura de Santa Maria, Caxias do Sul, Bagé, Novo

Hamburgo, Uruguaiana, Bento Gonçalves, Gramado, Nova Petrópolis, Santa Cruz

do Sul, Frederico Westphalen

2000 – Projeto Enartes: Espacio Miró – P. Alegre

– Via Lívia Galeria – P. Alegre

2000/2003 – Projeto  Enartes Internacional: Santiago de Compostela (Espanha);

Guimarães, Braga, Santo Tirso, Viana do Castelo (Portugal)

2001/2003 – Projeto Enartes: FAMURS, Casa de Cultura Mario Quintana (P. Alegre);

Casas de Cultura de Santa Cruz, Guaporé, Espumoso, Rio Grande

2002 – Coletiva  Beneficente de Treviglio – Bérgamo, Itália

2007 – Salão de Artes Prima Sala D’Arte: 1° lugar – Prêmio Aquisição – B. Gonçalves

– Coletiva Atelier Cor de Vinho – B. Gonçalves

2007/2009 – Projeto Enartes Internacional: Casa do Brasil – Madri (Espanha); Felgueiras,

Vila do Conde (Portugal)

2010 – Salão de Arte Fiema Brasil – “No Mundo da Arte, Poluição à Parte” – artista

convidado – B. Gonçalves

– Natal Arte – Gravura Galeria de Arte – P. Alegre

2011 – Natal Arte – Gravura Galeria de Arte – P. Alegre

– Coletiva Arte Quadros – Caxias do Sul

2012 – Natal Arte – Gravura Galeria de Arte – P. Alegre

2013 – “Grandes Nomes” AZ Galeria – Bagé

– Natal Arte – Gravura Galeria de Arte – P. Alegre

– “D+20” – Nieto Galeria de Arte – P. Alegre

2014 – “Homenagem Iberê Camargo 100 anos” – Gravura Galeria de Arte – P. Alegre

– Natal Arte – Gravura Galeria de Arte – P. Alegre

2015 – Casa Cor- Espaço Gravura Galeria de Arte – P. Alegre

 

By Soutier

2016 – Lançamento da griffe com reproduções limitadas da obra do artista.

 

 

 

convite catalogo 5.5

Anaurelino Corrêa de Barros Neto

Anaurelino Corrêa de Barros Neto nasceu em Porto Alegre – RS, onde reside.
Graduado no Instituto de artes visuais da UFRGS em Artes Plásticas em 1987.
Graduado em Arquitetura e Urbanismo na Unisinos – RS-1986.

 

 

ZONA LITORÂNEA –  de 15/07 até 09/09/2017

Estruturada por áreas de cores e desenhos da imaginação, esta série traz uma visão ímpar das planícies litorâneas e de seus elementos. Com o destaque da casinha de salva vidas, o único objeto vermelho e vertical, em um ambiente horizontalizado, pacato e monocromático. Sendo assim, um importante elemento de ligação entre os quadros da série zona litorânea. Ela representa um resgate das memórias da infância  que se misturam com a realidade e com a pesquisa de campo recente do artista, criando obras lúdicas.

 

Marcos Tabbal – Artista Plástico

 

 

 

   ” Quatro poesias ” –  de 15/07 até 19/08/2017

 

A ideia nasceu num encontro. Quando percebi, estava cercada. Eram três. Três mulheres. Lindas. Lindas e incomuns, muito diferentes entre si, mas que em algum ponto se encontram, na arte, ou melhor, no fazer artístico. Aqui, também me incluo.

Cada uma traz sua história, linguagem e a capacidade de observar o seu próprio mundo, confiar na sua visão interior e intuição, e fazer arte através da energia contida no mistério da criação, pois cada uma tem trabalhos completamente diferentes entre si, mas muito fortes em sua proposta e linguagens escolhidas.

Eu, Daisy Viola, exploro meus ‘eus’ em pinturas-desenhos-colagens. Graça Craidy se expressa em sua pintura de gesto livre e que traz pessoas com seus momentos tristes e/ou felizes, que também são nossos. Rosane Morais, marca e rasga e corta tecidos que, aqui, são peles que contém registros do viver. E Roberta Agostini desenha humanos, com dimensões e situações inusitadas e técnica impecável.

Aqui, a ideia é valorizar estas diferenças que, juntas te darão a chance de fazer parte do universo de cada uma de nós, e também criar um vinculo, estabelecer uma nova relação de afetos com teus eus.

Daisy Viola – Curadora

 

 

 

 

 

 

Rodrigo de Haro (Paris, França 1939)

Pintor, desenhista, gravador, escritor, poeta e contista.

Divide suas atividades profissionais entre Florianópolis e São Paulo. Em 1958, realiza sua primeira exposição individual na Faculdade de Direito de Florianópolis. Em poesia, atua, desde 1960, como organizador do movimento surrealista e tem seus poemas publicados em livros no Brasil e em antologias na Espanha e Estados Unidos. Por volta de 1987, trabalha na decoração do Teatro Municipal de Florianópolis com 80 painéis Mandalas. O artista catarinense Rodrigo de Haro mostra seu mergulho em direção a uma escrita escondida no inconsciente dos homens. Para isso, utiliza-se de vistosas formas art nouveau e de figuras orientais. Uma aproximação que não é estranha à arte ocidental. Rodrigo de Haro é artista de uma linha que se convencionou chamar de fantástica, de escrita quase automática, plena de fantasia e intenções. A vantagem que o dadaísmo e o surrealismo nos legaram foi a possibilidade de tornar o inconsciente, com sua simbologia, acessível ao trabalho artístico, mediante o uso de uma técnica chamada de automatismo. Como se o artista abrisse as comportas do seu mundo oculto e, sem nenhuma censura, cristalizasse esse mundo em forma e cor. Rodrigo de Haro é quase fiel a esses primórdios do surrealismo. Artista contemporâneo, ele trabalha sua pintura com elementos diversificados. Procura que ela seja abrangente, utilizando simultaneamente técnicas de cartaz, surreais e uma anedótica ilustração oriental.

 

 

Poesias singulares  de 15/07 à 19/08/2017

Picasso, Portinari, Iberê, Di, Magliani, Siron, Volpi, Mabe…

Uma das grandes questões da arte moderna e contemporânea é a noção de autoria, os criadores buscam forjar uma obra única, que contenha elementos expressivos pessoais, consequência de seus gestos e estruturas formais que compõe sua individualidade, necessidade tão particular no processo de reconhecimento resultante dessa valorização do singular, de representar o mundo interior do artista (a famosa “necessidade interior” evocada por Kandinsky), sua subjetividade, sua experiência pessoal.

A arte contemporânea divide com a arte moderna um vínculo comum com o regime da singularidade, que continua a definir, o ser um artista autêntico, ou não. Essa singularidade se apresenta e muitas vezes parece extrema aos olhos de muitos. Aos quais, provavelmente, com expectativas em relação à arte que pertencem ao paradigma moderno.

Nesta exposição, apresentaremos artistas que conseguiram conquistar uma singularidade em suas produções, suas obras são inconfundíveis, tem uma ‘marca registrada’.

Em tempo de individualidades, esta é uma busca de todos os artistas, independente da linguagem escolhida para o desenvolvimento de suas poéticas.

Daisy Viola

Artista plástica

Instrutora de artes no Atelier Livre Xico Stockinger da PMPA

Curadora desta exposição

 

 

 

 

 

 

Mario Cravo Júnior, nasceu em Salvador, BA em 1923 e morreu em Salvador, BA em 01 de agosto de 2018.

Escultor, gravador, desenhista, professor. Filho de um próspero fazendeiro e comerciante, executa suas primeiras esculturas entre 1938 e 1943, período em que viaja pelo interior da Bahia. Em 1945, trabalha com o santeiro Pedro Ferreira, em Salvador, e muda-se para o Rio de Janeiro, estagia no ateliê do escultor Humberto Cozzo (1900-1973). Realiza sua primeira exposição individual em 1947, em Salvador. Nesse ano, é aceito como aluno especial do escultor iugoslavo Ivan Mestrovic (1883-1962) na Syracuse University, no Estado de Nova York, Estados Unidos, e, após a conclusão do curso, muda-se para a cidade de Nova York. De volta a Salvador, em 1949, instala ateliê no largo da Barra, que logo se torna ponto de encontro de artistas como Carlos Bastos (1925-2004)Genaro (1926-1971) e Carybé (1911-1997). Em 1954, passa a lecionar na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Entre 1964 e 1965, mora em Berlim, patrocinado pela Fundação Ford. Retorna ao Brasil em 1966, ano em que obtém o título de doutor em belas artes pela UFBA e assume o cargo de diretor do Museu de Arte da Moderna da Bahia (MAM/BA), posição que ocupa até 1967. Em 1981 coordena a implantação do curso de especialização em gravura e escultura da Escola de Belas Artes da UFBA. Em 1994, doa várias obras para o Estado da Bahia, que passam a compor o acervo do Espaço Cravo, localizado no Parque Metropolitano de Pituaçu, em Salvador.  A obra de Mario Cravo Júnior transita entre as mais diversas tradições artísticas, que incluem cerâmica, imaginária popular, ex-votos e manifestações culturais regionais com as quais entra em contato nas inúmeras viagens que realiza, ainda muito jovem, pelo interior do Nordeste.

Joaquim Albuquerque Tenreiro (Melo, Gouveia, 1906 — Itapira, 1992) foi um marceneiro, projetista de mobiliário (designer de móveis), pintor e escultor moderno.

Nascido em Portugal, mudou-se para o Brasil, onde exerceu a profissão de marceneiro, herdada da família, e depois a de projetista de móveis, em diversas empresas no Rio de Janeiro, como Laubisch & Hirth. No ano de 1942 projetou seu primeiro móvel moderno, para uma residência de Francisco Inácio Peixoto, abandonando as práticas de então de copiar móveis em estilo clássico europeu e dando uma nova visão moderna ao mobiliário. A partir de 1943 montou sua própria empresa, com fábricas e lojas no Rio de Janeiro e São Paulo, com grande sucesso profissional e de crítica.

No final da década de 1960 resolveu encerrar a empresa e dedicar-se às artes, principalmente a escultura em madeira, que já vinha exercendo em paralelo com sua atividade principal, desde que fizera um curso de desenho, em 1928 no Liceu Literário Português e no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Em 1931, já integrara o Núcleo Bernardelli, grupo criado em oposição ao ensino acadêmico da Escola Nacional de Belas Artes, onde desenvolveu seus pendores para a pintura, tendo demonstrado excelente familiaridade com os pincéis. Nessa época, até a década de 1940, dedicou-se à pintura de retratos, de paisagens e de naturezas-mortas.

Nas décadas de 1950 e 1960, desenhou mobiliário e painéis em madeira, acompanhando o progresso da arquitetura moderna, para diversas instituições, como o Itamaraty e o SENAI. Diversas exposições, livros e retrospectivas foram realizadas sobre sua obra e Joaquim Tenreiro foi escolhido Melhor Escultor do ano de 1978 pela APCA.

convite_julho_2017(1)

 

                              

” Poesias singulares ”   de   15/07   à   19/08/2017

Picasso, Portinari, Iberê, Di, Magliani, Siron, Baril, Alices, Dali, Volpi

Uma das grandes questões da arte moderna e contemporânea é a noção de autoria, os criadores buscam forjar uma obra única, que contenha elementos expressivos pessoais, consequência de seus gestos e estruturas formais que compõe sua individualidade, necessidade tão particular no processo de reconhecimento resultante dessa valorização do singular, de representar o mundo interior do artista (a famosa “necessidade interior” evocada por Kandinsky), sua subjetividade, sua experiência pessoal.

A arte contemporânea divide com a arte moderna um vínculo comum com o regime da singularidade, que continua a definir, o ser um artista autêntico, ou não. Essa singularidade se apresenta e muitas vezes parece extrema aos olhos de muitos. Aos quais, provavelmente, com expectativas em relação à arte que pertencem ao paradigma moderno.

Nesta exposição, apresentaremos artistas que conseguiram conquistar uma singularidade em suas produções, suas obras são inconfundíveis, tem uma ‘marca registrada’.

Em tempo de individualidades, esta é uma busca de todos os artistas, independente da linguagem escolhida para o desenvolvimento de suas poéticas.

Daisy Viola

Artista plástica

Instrutora de artes no Atelier Livre Xico Stockinger da PMPA

Curadora desta exposição

 

 

EXPOSIÇÃO  ” MESTRES DA ARTE BRASILEIRA ” –

CASA DAS ARTES  “REGINA SIMONIS” em SANTA CRUZ DO SUL

 

Fernando Martins (Rio Tinto Portugal 1911 – Teresópolis RJ 1965). Pintor, desenhista, caricaturista, modelador e jornalista. Emigra com a família para o Brasil em 1921, fixando residência no Rio de Janeiro. Nessa cidade, sete anos depois, estuda no Liceu Literário Português, onde começa a interessar-se por desenho. Nos anos seguintes, aprende modelagem com Modestino Kanto(1889-1967) no Liceu de Artes e Ofícios, inicia-se em pintura com Armando Vianna (1897-1992) e integra o Núcleo Bernardelli. Realiza, em 1949, cinco painéis decorativos para o Palácio da Reta, em Teresópolis, onde funda a Academia Cultural e Artística, lecionando desenho e pintura, além de organizar o Salão de Belas Artes local.

 

Valquíria Montemór, 58 anos, produtora cultural, artista multimídia e poeta, com exposições individuais no Brasil, Argentina, Alemanha e Portugal. Mora e trabalha em Toledo/PR.

 

 

 

 

 

 

 

 

Nelson Leirner (São Paulo,16/01/1932 – Rio de janeiro, 08/03/2020)

Pintor, desenhista,cenógrafo, professor, realizador de happenings e instalações brasileiras. Viveu de 1947 a 1952 no Estados Unidos, onde estudou engenharia têxtil, mas sem concluir o curso. Entre 1956 e 1958, estuda artes plásticas. De volta ao Brasil, faz sua primeira exposição individual no ano de 1961, em São Paulo.
Em 1966, funda e integra o Grupo Rex, ao lado de Wesley Duke Lee, Carlos Fajardo e Geraldo de Barros, Frederico Nesser e José Resende. Tempos depois, Olivier Peroy e Roland Cabot aderem ao grupo. Em 1967, realiza a Exposição-Não-Exposição, happening de encerramento das atividades do grupo, em que oferece obras de sua autoria gratuitamente ao público. No mesmo ano, envia ao 4º Salão de Arte Moderna de Brasília um porco empalhado e questiona publicamente, pelo Jornal da Tarde, os critérios que levam o júri a aceitar a obra.
Nelson é considerado um artista polêmico, com sua preocupação constante em sua trajetória artística, ele busca atingir as ruas de forma a criar indagações nas pessoas, para conseguir isso ele utiliza várias estratégias estéticas e/ou comportamentais de forma experimental, mesmo que isso cause estranhamento às pessoas. Tornou-se hoje um dos mais expressivos representantes do espírito vanguardista dos anos 60, tanto no Brasil, quanto no mundo. Sua ideia central é popularizar o objeto de arte e introduzir a participação do público. Uma das características de Nelson são as críticas irônicas ao sistema de arte.É também um dos pioneiros no uso do outdoor como suporte. Leirner se recusou a participar das Bienais de 1969 e 1971 durante o período da ditadura. Já no ano de 1974, criticou o regime militar através da série A rebelião dos Animais. Desde o ano 2000, seu trabalho se apropria de imagens artísticas banalizadas pela sociedade de consumo. De maneira bem-humorada, lida com as reproduções da Gioconda [Mona Lisa], 1503/1506, de Leonardo da Vinci e a Fonte (1917) de Marcel Duchamp como tema artístico. Com a mesma ironia, o artista replica sobre couro de boi imagens da tradição concreta brasileira, na série Construtivismo Rural.

Rembrandt Harmenszoon van Rijn (Leida, 15 de julho de 1606Amsterdam, 4 de outubro de 1669) foi um pintor e gravador holandês. É geralmente considerado um dos maiores nomes da história da arte europeia e o mais importante da história holandesa. É considerado, por alguns, como o maior pintor de todos os tempos. As suas contribuições à arte surgiram em um período denominado pelos historiadores de “Século de Ouro dos Países Baixos“, na qual a influência política, a ciência, o comércio e a cultura holandesa — particularmente a pintura — atingiram seu ápice.

Tendo alcançado sucesso na juventude como um pintor de retratos, seus últimos anos foram marcados por uma tragédia pessoal e dificuldades financeiras. No entanto, as suas gravuras e pinturas foram populares em toda a sua vida e sua reputação como artista manteve-se elevada, e por vinte anos ele ensinou quase todos os importantes pintores holandeses. Os maiores triunfos criativos de Rembrandt são exemplificados especialmente nos retratos de seus contemporâneos, autorretratos e ilustrações de cenas da Bíblia. Seus autorretratos formam uma biografia singular e intimista em que o artista pesquisou a si mesmo sem vaidade e com a máxima sinceridade.

Tanto na pintura como na gravura, ele expõe um conhecimento completo da iconografia clássica, que ele moldou para se adequar às exigências da sua própria experiência; assim, a representação de uma cena bíblica era baseada no conhecimento de Rembrandt sobre o texto específico, na sua assimilação da composição clássica, e em suas observações da população judaica de Amsterdã. Devido a sua empatia pela condição humana, ele foi chamado de “um dos grandes profetas da civilização”.

 

Luiz Sacilotto (Santo André, São Paulo, 1924 – São Bernardo do Campo, São Paulo,  2003). Pintor, escultor e desenhista. Estuda pintura na Escola Profissional Masculina do Brás, entre 1938 e 1943, e desenho na Associação Brasileira de Belas Artes, de 1944 a 1947. Seus primeiros trabalhos demonstram uma recusa aos padrões acadêmicos e uma proximidade da estética do Grupo Santa Helena. A partir de 1944, passa a elaborar uma obra de caráter expressionista que se aprofunda até atingir, em 1948, um vigor fortemente marcado pelas cores e formas intensas. Em 1945, retoma o contato com seus colegas da Escola Profissional Masculina, os artistas Marcelo Grassmann (1925) e Octávio Araújo (1926), que lhe apresentam Andreatini (1921). Juntos, e com a ajuda de Carlos Scliar (1920 – 2001), realizam a mostra 4 Novíssimos, no Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB/RJ, no Rio de Janeiro, e passam a ser conhecidos como Grupo Expressionista. Sacilotto trabalha no escritório de arquitetura de Jacob Ruchti por volta de 1946. No mesmo ano, participa da exposição 19 Pintores, realizada na Galeria Prestes Maia, em São Paulo. Por ocasião desse evento, entra em contato com Waldemar Cordeiro (1925 – 1973), Lothar Charoux (1912 – 1987), com quem posteriormente funda o Grupo Ruptura, ao lado de Geraldo de Barros (1923 – 1998), Féjer (1923 – 1989), Leopoldo Haar (1910 – 1954) e Anatol Wladyslaw (1913). O convívio com o grupo é importante para seu aprimoramento teórico e o desenvolvimento de seu trabalho no ateliê, que desde meados de 1948 já esboça uma consciência abstrato-construtiva. É um dos fundadores da Associação de Artes Visuais Novas Tendências, em 1963. Considerado um dos importantes artistas da arte concreta no Brasil e, com uma pintura que explora fenômenos ópticos, um dos precursores da op art no país.

Wilson Furtado Cavalcanti (Pelotas RS 1950). Pintor, gravador e desenhista. Conhecido como Cava, desde a juventude cria histórias em quadrinho. Ainda na adolescência, começa a estudar gravura e desenho no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Nesta escola se mantém de 1967 a 1979, tendo como mestres Danúbio Gonçalves (1925), Paulo Peres (1935), Carlos Martins (1945) e Marília Rodrigues (1937), entre outros. Entre 1974 e 1978, suas histórias em quadrinhos são publicadas em diversos jornais e revistas estaduais e nacionais, tais como Folha da ManhãPasquimPlaneta etc. Organiza junto com outros artistas um manifesto sobre Arte na Rua, no Ponto de Arte de Porto Alegre. Participa de dois livros de humor: 14 Bis, da Editora Garatuja e Antologia do Humor Gaúcho, da LPM Editora. Tem grande importância no cenário cultural de Porto Alegre, tendo fundado o ateliê de gravura em metal do Museu do Trabalho, em 1988, o Atelier de Litografia Oficina 11, em 1992, o Núcleo de Gravuras do Rio Grande do Sul e a Associação Independente de Artistas (AINDA), em 1997. Neste ano exerce a função de Secretário Substituto da Secretaria de Cultura de Viamão RS.

 

http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa24784/wilson-cavalcanti

Arte: veja obras da mostra Imagem, Espelho, Humanidades – RBS TV RS Institucional – Catálogo de Vídeos

http://redeglobo.globo.com/rs/rbstvrs/institucional/videos/t/videos/v/arte-veja-obras-da-mostra-imagem-espelho-humanidades/5905326/

 

 

 20/05/2017 – 01/07/2017

Imagem, espelho, humanidades

Obras do acervo da galeria

Desde sempre o ser humano tem o desejo de deixar a sua marca, registrar sua existência, relatar seu mundo, contar a sua história. Para isto usou a representação visual de sua imagem, seu cenário e seus feitos como uma representação percebida pelos sentidos, a descrição mental de um objeto real. Até hoje esta prática mantém-se viva e envolve tanto o conceito de imagem adquirida como a gerada pelo ser humano, quer na criação pela arte, como um registro fotográfico, uma pintura, um desenho, uma gravura, em qualquer forma visual de expressão da ideia.

Hoje em dia, imagens são veiculadas por anúncios publicitários, cartazes afixados em muros e murais; na arquitetura dos edifícios; nos utensílios domésticos, nas roupas, nas representações sagradas, nos impressos, no cinema e na televisão. A representação exterior atua como um espelho em nossa mente. Um espelho em que vemos refletidas diferentes qualidades, características e aspectos pessoais de nossa própria essência, de nosso ser mais primitivo que estabelece uma nova relação entre o ser interior e seu mundo externo.

A arte contemporânea ampliou a possibilidade de expressão desta imagem e seus reflexos com a libertação dos limites entre as diferentes linguagens artísticas. Nesta nova exposição, a Galeria Duque apresenta dois artistas convidados que trabalham a imagem do humano com propostas diferentes, poderíamos pensar até, quase opostas. Rafael Dambos com seus nus masculinos em desenhos de uma preciosidade técnica inacreditável, realizados com caneta esferográfica, e, em grandes dimensões, quase vivos, sentimos seu olhar, assim nosso reflexo.. espelho. Já Anaurelino Corrêa de Barros busca inspiração no nosso passado ancestral, nossa origem, nossa primeira ‘marca’. Pinturas de técnica mista sobre papel resistente com bordas recortadas, rasgadas, re – coladas. Coloridas nas cores da terra, da vida, da luz. Também somos nós, talvez num reflexo menos nítido. E aí, inspirada nos trabalhos destes dois artistas, proponho um recorte com obras do acervo da Galeria Duque, que nos apresentam diversas formas de os artistas perceberem a sua imagem refletida num espelho, ou num outro humano que esteja ao alcance de seu olho. Coisas de humanidades.

Daisy Viola

Artista plástica

Instrutora de arte no Atelier Livre Xico Stockinger da PMPA

Curadora desta exposição

 

 

 

 

 

convite_maio_2017