Carlos Haraldo Sörensen

Carlos Haraldo Sörensen (São Paulo, 1928 – Rio de Janeiro, 2008)foi um artista, pintor, ceramista, escultor, tapeceiro, gravador, ilustrador, poeta, ator, cenógrafo, figurinista, carnavalesco e arquiteto brasileiro.Com 20 anos já pintava inúmeros painéis com Di Cavalcanti no Rio de Janeiro e dois anos depois ilustrava revistas e jornais junto com Eugênio de Proença Sigaud e Cândido Portinari. Sua trajetória nada linear, o fez produzir cerâmicas, tapetes, cartazes, xilogravuras, serigrafias, box-forms e, sobretudo, mais de três mil quadros a óleo, fruto de uma apurada técnica aprendida nos ateliers brasileiros (Di Cavalcanti) e parisienses (André LhoteAlbert Gleizes) unida a um explosivo autodidatismo. Experimentou cedo o gosto por escrever poemas e atuar no teatro. Produziu ilustrações diárias para livros, revistas e jornais. Durante décadas, Sörensen criou figurinos e cenários para teatros, cinemas, balés, óperas e, principalmente, televisão, tendo ganho vários prêmios nacionais.

Atraído pela grandeza do Carnaval do Rio, em 1975, fez os figurinos da Escola de Samba Portela com o tema “Macunaíma, Herói de Nossa Gente”. Ao longo de sua vida Sörensen fez inúmeras exposições individuais e coletivas no Brasil, além de Nova York, Seatle, Las Vegas, Lagos (Nigéria), Buenos Ayres, Tokyo, Londres, Milão e Paris.[1]

Entre 1970/1981 realiza a criação visual do programa Fantástico e de musicais e novelas da Rede Globo, no Rio de janeiro.De 1986 a 2008 passa a se dedicar intensamente a pintura a óleo / acrílica em seus ateliês em São Paulo, perto do Museu de Arte de São Paulo (MASP), e no Rio de Janeiro, em Copacabana.

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